Blog do Johnnyon
segunda-feira, 10 de outubro de 2011
É hora de reagir (artigo na Folha de hoje sobre vacinas e remédios para animais)
SÍLVIA CORRÊA - correa-silvia@uol.com.br
É hora de reagir
Mortes causadas por vacina evidenciam: país não sabe quantos animais são vítimas de reações adversas |
O ato de medicar cães e gatos caminha para uma transformação: a criação de uma central para monitorar reações adversas causadas por remédios e produtos veterinários. É a principal resposta do governo às centenas de mortes provocadas pela vacina antirrábica distribuída pelo Ministério da Saúde no ano passado.
Hoje, se um animal toma um remédio e aparece todo empipocado, com dificuldade de respirar, diarreia e sangramento, muito provavelmente o veterinário fará o que pode para reverter o quadro e o dono gastará o que tem para salvar o bicho. A maioria dos casos termina aí.
Em geral, nem o médico nem o proprietário telefonam para o laboratório. Quando ligam, recebem, no máximo, um reembolso ou um bride. No vácuo da legislação, os fabricantes não têm obrigação de apurar o caso nem de passar a informação adiante. É isso que deve mudar.
O texto que cria a central prevê que os laboratórios tenham telefones e e-mails para receber reclamações dos usuários, investiguem esses problemas e encaminhem relatórios ao governo em até 15 dias. Caberá ao Ministério da Agricultura decidir se serão necessárias medidas corretivas.
É claro que organismos vivos terão sempre reações inesperadas. Isso lei nenhuma será capaz de mudar. Mas é preciso saber se estamos diante de um caso isolado e imponderável ou de uma fórmula farmacêutica que provoca reações em série, que só acabam ocultas por nossa desorganização legal e incapacidade de centralizar informações.
No caso dos animais, monitorar as reações adversas se torna ainda mais urgente diante de uma segunda falha da legislação. Ao contrário do que acontece com produtos de uso humano, os medicamentos veterinários não precisam passar por ensaios clínicos. Isso significa que não têm de ser testados na espécie em que serão usados antes de irem ao mercado. Como todos nós sabemos que camundongos não são cães, também podemos deduzir que uma droga tenha efeitos diferentes nos dois animais.
Foi isso o que aconteceu com a vacina antirrábica. Análise feita pela USP e revelada pela Folha na última terça-feira indica que ela tinha três vezes mais proteínas bovinas do que suas similares. O que se imagina é que, em concentrações elevadas, essas proteínas tenham desencadeado reações extremas, matando ao menos 210 animais.
A vacina havia sido testada em camundongos e não houve reação alérgica, possivelmente porque a dose é inoculada dentro da cavidade abdominal das cobaias, levando a uma eliminação mais rápida da droga do que quando ela é administrada no músculo ou sob a pele. Não há dúvida de que o problema só veio à tona porque a vacina foi usada em uma campanha de massa.
Ao longo do ano, no entanto, milhares de animais são vacinados e medicados nas clínicas. Quantos deles morreram por reações adversas? É isso que todos nós temos o direito de saber.
Fonte: Folha de S. Paulo
Confira quanto você vai gastar para manter seu melhor amigo
FINANÇAS PESSOAIS
MARCIA DESSEN - marcia.dessen@bmibrasil.com.br
Mamãe sempre gostou muito de animais e recordo particularmente de dois cachorros que tivemos, na minha juventude.
O Dick era um vira-lata com pinta de malandro e adorava dar suas voltinhas pelos arredores do bairro.
Invariavelmente, voltava com o pescoço sujo e fedido porque tinha se esfregado em alguma poça malcheirosa que ele encontrava pelo caminho.
Eu e meus irmãos banhávamos o Dick no quintal, com água e sabão, e ficávamos molhados quando ele se chacoalhava todo para se livrar do excesso da água fria acumulada nos pelos longos.
Adivinhem o que ele fazia em seguida: saía para se esfregar de novo em alguma sujeira e voltava para casa, sempre de cabeça erguida, exibindo seu cheirinho familiar.
Minha lembrança da Amarela, uma tranquila cadela vira-lata, é do dia em que ela deu à luz uma ninhada de quatro filhotes em um cantinho do jardim da nossa casa.
Lambeu cada um deles delicada e amorosamente e depois limpou o espaço ao redor para amamentar e aconchegar os filhotes recém-chegados.
Recordo também de que não gostava de ficar na cozinha quando mamãe preparava a comida dos cachorros. Bofe (pulmão bovino) cozido, engrossado com fubá era servido ainda quentinho e os cachorros lambiam os pratos -não sobrava nada.
Hoje, os cães se alimentam de rações industrializadas que reúnem todos os nutrientes necessários para os animais.
É forte o vínculo afetivo que se forma entre a família e o animal de estimação. É inegável o aprendizado, pois aprendemos a lidar com sentimentos de amor, de alegria, de preocupação, de perda e de dor, entre outros.
Pode ser muito gratificante a experiência de ter um animal de estimação, mas é preciso pensar muito bem antes de tomar essa decisão.
CUSTO
Dá trabalho, muito trabalho, e não é barato. Seu orçamento familiar também precisa se preparar para essa novidade.
As despesas começam com a compra do animal -exceto se você adotar um bichinho em abrigos especializados.
E, mensalmente, seu orçamento terá de custear as despesas para manutenção do mais novo membro da família.
Marina, minha sobrinha veterinária, contribuiu com as informações da tabela que indica a previsão do orçamento médio necessário para manter um cão filhote, de pequeno porte.
Cerca de R$ 235 por mês é a estimativa de despesas com um animal de estimação.
CUSTO MAIOR
No caso de animais adultos serão menores as despesas com vacinas, por exemplo, porém maiores as despesas com consultas e com tratamentos em clínicas veterinárias.
As despesas aumentam se você precisar de um lugar para deixar seu animal de estimação durante o período de férias ou viagens. Ou, ainda, se se encantar com o variado cardápio de serviços oferecidos pelas lojas de animais: adestramento, piscina, ofurô, esportes, táxi, "day care", além do básico banho, tosa e veterinária.
Embora relevante, talvez o aspecto financeiro não seja o mais importante na tomada de decisão de ter um animal de estimação como companheiro.
Se você tem espaço e seu orçamento está folgado para custear um ou mais bichos queridos, leve a sério a reflexão sobre as variáveis envolvidas. Algumas delas: É a vontade de todos que moram na casa? Tenho espaço suficiente e adequado? Tenho tempo para dedicar atenção diária ao animal? Vou conviver com ele durante anos e cuidar dele quando estiver idoso, doente e apresentar mudança de comportamento?
Estudo realizado pela Universidade Loyola de Chicago aponta benefícios na presença de animais em hospitais: pacientes internados que acariciam um cachorro podem reduzir pela metade a ingestão de analgésicos.
A terapia com animais proporciona sensação de bem-estar físico e mental e tem sido adotada para tratar crianças hospitalizadas ou com deficiências mentais.
O principal benefício do relacionamento de crianças com animais de estimação, segundo as famílias, pediatras e estudiosos, é o companheirismo, pois o animal provoca diversos estímulos na criança.
Inúmeros casos e histórias demonstram que a relação custo-benefício é muito positiva e que o enorme valor agregado parece justificar plenamente a despesa envolvida.
Alguns animais levam uma "vida de cão", como diz o antigo ditado que sugere uma relação de sofrimento e de abandono. Outros, são o melhor amigo do homem. Tomara que esse seja o seu caso.
MARCIA DESSEN, certified financial planner, é sócia e diretora-executiva do BMI Brazilian Management Institute, professora convidada da Fundação Dom Cabral e cofundadora do Instituto Brasileiro de Certificação de Profissionais Financeiros.
Fonte: Folha de S. Paulo
domingo, 9 de outubro de 2011
AJUDEM: Cães idosos e cegos foram resgatados e precisam de ajuda
Na semana dos animais, 38 cães, dos quais oito são cegos, e 17 são velhinhos com idades que variam de 10 anos a 13 anos, foram resgatados.
Entre os idosinhos, a maioria não tem nenhum dente, o que deve ter contribuido para o estado de desnutrição que se encontram, e que precisam ser alimentados com a ração em lata da A/D Hills para se recuperarem.
Devido ao estado debilitante dos cães, fizemos o resgate urgente deles, apesar de todos os problemas que surgem para alimentar, medicar e abrigar os 750 cães, que hoje dependem da ABEAC -Associação Bem-Estar Animal Amigos da Célia.
Há dois meses ao tomar conhecimento da situação precária em que viviam 270 cães cuidados pelas Protetoras Márcia, Lara e Miriam que são as únicas que ainda hoje atuam no grupo denominado 300 anjos, a ABEAC, fundada em 2003, por um grupo de pessoas para transformar uma triste realidade em que viviam os cães após o falecimento da Protetora Célia, passou a compartilhar de toda a experiência que tiveram, que até muita parecida, com a realidade em que vivem hoje os cães dos 300 anjos.
Onde muitos não viam esperança e nem solução, com a morte da Protetora Célia, e também onde muitos viraram as costas e criticaram, julgaram e até chegaram a alegar maus-tratos, a união, o trabalho, o esforço e a solidariedade prevaleceram e transformaram o sonho em realidade.
Mas ao mesmo tempo que a ABEAC, precisa de colaboradores, madrinhas e padrinhos para manter seus 450 cães abrigados, dos quais 35% são cães muito velhinhos (os menos procurados para adoção, apesar de sua docilidade e da fácil adaptação e aprendizagem que demonstram os animais idosos), a ABEAC vem incessantemente, fazendo apelos desesperados para que as pessoas colaborem para ajudar na construção dos canis para abrigar e alimentar os cães dos 300 anjos.
Mesmo com todas as dificuldades e a pouca ajuda recebida, esses 38 cães necessitavam com urgência ter um abrigo só para eles e uma alimentação especial, e para isso fosse possível, a ABEAC teve que realocar alguns cães para conseguir espaço para poder abrigar esses animais que um a um foram abandonados nas estradas de terra que cercam parelheiros, onde fica a chácara dos 300 anjos.
Os 300 anjos fizeram o que puderam por esses animais; eu colaborei pagando o taxi-dog para os 38 cães - de parelheiros a caucaia do alto, e a ABEAC os está abrigando, tratando e medicando. Agora os cães precisam da ajuda de todos pois a maioria deles só pode se alimentar com ração úmida porque a maioria não tem dentes, e como todos estão muito debilitados precisam para se recuperar comer a ração em latinha da ‘A/D Hills’, indicada nos casos de convalescência, em média elas são vendidas a R$ 10,00, e todos também precisam tomar vermífugo ‘Top Dog’ da Ourofino para 10 kgs, e esperamos que todos possam colaborar com esses pobres cãezinhos para que pelo menos em sua velhice, eles possam ter tudo o que necessitam, depois de uma vida de maus-tratos e abandono.
Estamos precisando muito de colaboradores fixos e/ou eventuais, para que possamos planejar as prioridades dos cães com mais tranquilidade, não importa o valor, qualquer ajuda é bem vinda.
Para colaborar, envie um e-mail para contato@abeac.org.br , informando o valor que pode contribuir e melhor dia para depósito.
A sua ajuda é muito importante, colabore com qualquer valor por menor que seja , mas ajude por favor!
Esses animais dependem das nossas ações para terem um pouco de dignidade e qualidade de vida, mesmo que seja vivendo em um abrigo! Somente com sua colaboração poderemos realizar a transformação na vida desses cãezinhos.
Segue os dados para depósito
Banco Itau - Agência 0772 - C/C 52385-8
Banco Itau - Agência 0772 - C/C 53769-2 OBS: essa conta estará sendo usada exclusivamente para ajuda para os cães dos 300 Anjos.
Abeac Associação Bem Estar Animal amigos da Célia
CNPJ: 06.164.870/0001-82.
Quem preferir boleto bancário, precisamos das seguintes informações:
Nome completo, endereço completo, CPF, Valor, data de vencimento
PS: Minha querida xará Marli Scaramella, já havia emitido um boletim a algumas pessoas, sobre o resgate desses cães, e os nomes antigos, dos que tinham nome. Mas agora que eles ganharam uma nova vida dentro da ABEAC, foram rebatizados.
Para os animais, não importa quem você é ou o que faz.
Para os animais importa o que você faz por eles.
http://abeacsp.blogspot.com www.abeac.org.brhttp://www.facebook.com/pages/ABEAC-Bem-Estar-Animal/161564233909723
Faça, colabore, ajude-nos, o pouco de muitos é o que precisamos.
Ajude-nos divulgando os cães que estão para doação.
http://www.facebook.com/pages/300-ANJOS/171356556258068Fonte: Mural Animal
Da inteligência canina (crônica de Umberto Eco)
CRÔNICA
Da inteligência canina
Quando o cão elabora um plano complexo
RESUMO Um fait-divers recentemente publicado na imprensa italiana, sobre um cão que dá prova de sagacidade numa situação de grave perigo para sua dona, suscita reflexões sobre a inteligência dos cachorros, assinalada por autores da Antiguidade clássica, como Plutarco, Plínio e outros.
UMBERTO ECO
tradução MAURÍCIO SANTANA DIAS
UMA SENHORA que estava catando cogumelos com uma amiga é picada por uma vespa, tem um choque anafilático, para de respirar, a amiga telefona para a emergência, mas o socorro demora a chegar porque as duas mulheres estão em um bosque muito cerrado e é difícil localizá-las.
Então Queen, o cachorro (mas imagino que fosse uma cadela) da amiga, em vez de ficar ali, como o instinto recomendaria, ganindo e lambendo a mão da moribunda, parte feito um raio, atravessa o bosque, encontra a equipe de resgate e a conduz até o lugar certo.
Como Danilo Mainardi comenta no "Corriere della Sera" de 21 de agosto, não estamos diante de um simples comportamento instintivo: estamos diante de um comportamento "inteligente", em que o cão não responde ao comando do instinto (não se afastar do ferido), mas elabora "um plano complexo, que abrange até a coparticipação de outros indivíduos".
RACIOCÍNIO O caso -e os comentários de Mainardi- evocam uma literatura antiquíssima e vasta sobre as capacidades de raciocínio dos cães. Um dos textos que mais influenciaram essa tradição é a "História Natural" (77 d.C.) de Plínio, que trata da fala dos peixes e dos pássaros e discorre amplamente sobre a inteligência canina, cita um cachorro que reconhecera entre a multidão o assassino de seu dono e, com seus latidos e mordidas, o forçou a confessar o crime, ou ainda o cachorro de um condenado à morte que uivava dolorosamente e, quando um espectador lhe jogou uma comida, ele a levou até a boca do morto; quando o cadáver foi atirado no Tibre, ele também se jogou e nadou, tentando sustentá-lo.
Mas a discussão filosoficamente mais interessante já tinha ocorrido pelo menos três séculos antes, em um debate entre estoicos, acadêmicos e epicuristas. No âmbito da discussão estoica desponta um argumento atribuído a Crisipo, que será retomado e popularizado quase cinco séculos depois por Sexto Empírico.
Sexto considerava que os cães fossem capazes de raciocínio lógico, e a prova disso era que um cão, após chegar a um trívio e reconhecer pelo faro que a presa não tinha seguido por duas das estradas, imediatamente envereda pela terceira sem nem farejar. Com efeito, o cão teria formulado de algum modo o seguinte raciocínio: "A presa seguiu por esta estrada, ou por essa, ou por aquela; ora, a estrada não é esta nem essa; então só pode ser aquela" (o que seria um exemplo de raciocínio conhecido como "quinto indemonstrável").
Além disso, Sexto lembrava que os cães possuem um "logos" porque sabem arrancar espinhos do corpo e limpar as feridas, porque mantêm imóvel a pata doente e identificam as plantas que podem aliviar a dor.
Quanto a uma linguagem animal, é verdade que não compreendemos os sons emitidos por eles, mas tampouco entendemos os sons emitidos por bárbaros, os quais no entanto falam; e os cães certamente emitem sons diversos em situações diferentes.
PLUTARCO Poderíamos continuar citando o "De Sollertia Animalium" (sobre a astúcia dos animais), de Plutarco, no qual se diz que, de fato, a racionalidade animal é imperfeita se comparada à humana, mas que essas diferenças também ocorrem entre seres humanos; e em outro diálogo, "Bruta Animalia Ratione Uti" (os animais usam a razão), a quem contestasse que seria demasiado atribuir a razão a seres que não têm uma noção inata da divindade, Plutarco responderia recordando que entre os seres humanos também existem os ateus.
Em "A Natureza dos Animais", de Eliano, além dos argumentos já vistos, são citados exemplos de cães que se apaixonam por seres humanos. No "De Abstinentia" (da abstinência), de Porfírio, os argumentos em favor da inteligência animal servem para sustentar uma tese "vegetariana". Todos esses temas serão retomados de várias maneiras na era moderna, até nossos dias.
Mas paremos por aqui: ainda que não se consiga definir bem a inteligência canina, deveríamos ser mais sensíveis a esse mistério. E, se for muito difícil virar vegetariano, pelo menos que donos menos inteligentes que eles não abandonem seus cães nas estradas.
Fonte: Folha de S. Paulo (assinantes Folha ou UOL)
Aprenda como fazer uma cadeirinha de rodas em PVC para cachorros
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Lista de materiais:
- Tubo de PVC ¾" 2 m
- Cotovelo PVC ¾" 90º 8 un
- Te PVC ¾" 4 un
- Cap PVC ¾" 2 un
- Luva PVC 3/4" 2 un
- Rodinha de carrinho de feira 2 un
- Prego ou parafuso grande
- para eixo da rodinha 2 un
- Pano para o assento
- Fita para prender no peito
- Cola para tubo de PVC peq. 1 un
É necessário tirar as medidas exatas de seu cachorro e ir adaptando e experimentando com seu cãozinho. Caso ele seja muito grande, usar conexões maiores.
As emendas entre as conexões são feitas com pequenos pedaços de tubo com 1,5cm.
As patas devem fica com livre movimentação e encostadas no chão na posição natural.
O eixo da roda deve ser adaptado na ponta do Cap sendo furado e colado.



Fonte: www.petfeliz.com.br e @Eu_Diana
Cão com paralisia mobiliza voluntários no interior de SP e ganha cadeira de rodas
Um cão da raça border collie semiparalítico, abandonado pelos donos, ganhou a simpatia e a solidariedade de voluntários da causa animal em Ribeirão Preto (313 km de São Paulo).
Há um ano, o animal foi achado amarrado em um poste, sem conseguir ficar em pé e com a coluna torta. O cãozinho sofre de uma doença congênita, segundo a veterinária Taíse Filipin, 25, mas o estado de saúde dele melhorou com sessões de fisioterapia e acupuntura. Hoje ele se levanta sozinho.
O animal ganhou o nome de Happy (feliz em inglês) por se manter sempre de bom astral, apesar da doença. Com a ajuda de uma madrinha voluntária, que pegou afeição por ele, ganhou uma cadeira de rodas que agora ele traciona com as patas dianteiras.
Durante a semana, Happy fica em um pet shop na zona sul, região nobre de Ribeirão. Em alguns finais de semana, Happy passa na casa da madrinha dele. Happy é um dos 17 cães com problemas de saúde cuidados pela ONG CãoPaixão. São cuidados caros porque os 17 cães protegidos têm necessidades especiais. Os recursos são arrecadados com a venda de camisetas e eventos, segundo Natália Camargo, 29, uma das diretoras da entidade.
A CãoPaixão realiza feiras constantemente para oferecer bichos à adoção.
Fonte: UOL
sábado, 8 de outubro de 2011
JAKE está PERDIDO na cidade de CACHOEIRA PAULISTA (SP)
ENCONTRADO!!! :)
Atualização 11/10/2011:Genteeee encontrei meu filhoo!! Estou tãooo feliz!! :D Ele, está com alguns ferimentos, tiraram a coleira de identificação dele, cortaram os pelos dele, tbm esta magro e estava passando fome, fora os carrapatos e a sujeira!! :(
Mas já dei banho, tratei os ferimentos, comprei coleira nova o alimentei bem com figado como a veterinaria recomendou, tirei os carrapatos, e os pelos, bom os pelos dele crescem mtoooo rapidooo!! rsrs..
Foi o momento mais lindo da minha vida quando eu vi ele, chamei, e qdo ele me viu, voou até o meu colo me lambeu toda, uivou, enroscou sua patas no meu pescoço e não kis soltar mais enquanto nao chegamos em casa!! :D
Mas enfim, o que eu queria mesmo é agradecer a todos que me ajudaram de alguma forma, sendo retweetes no twitter, curtir e compartilhar no face, falar aos conhecidos.. aos q sairam nas ruas pra procurar, aos que me deixaram colar panfletos, enfimm todo o tipo de ajuda.. Serei eternamente grata a todos..
E queria dizer ao @leandrollao que o q voce precisar, pode contar comigo.. pra qq coisa mesmo viu!! Vc tem meus contatos.. é só me procurar!! :D
Agora vou lá paparicar mais um pouquinho meu filhoo lindoo q ainda to morrendo de sdds!!
Bjoss a todos! <3
Relato original:
Esse é o Jake, sumiu na tarde de 07/10/2011, em Cachoeira Paulista, interior de SP.
O OLHO ESQUERDO DELE É METADE AZUL E METADE MEL.. E ELE TEM UMA COLEIRA FINA VERMELHA
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