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quarta-feira, 19 de outubro de 2011

Polícia busca tigres, ursos e leões que fugiram de zoo nos EUA

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Atualização 19/10/2011:
O jornal "The Huffington Post" informa que o dono do zoológico supostamente abriu as jaulas em um ato de vingança contra a vizinhança e se suicidou. Ainda são apenas suposições.


Matéria original:
Dezenas de animais exóticos escaparam de um zoológico particular na cidade americana de Zanesville, Ohio, e rondam a área.
A polícia recebeu denúncias de pessoas que viram guepardos, ursos cinzentos, ursos negros, lobos, tigres e leões. Há relatos de que 25 animais foram mortos a tiros.
O dono do zoológico, Terry Thompson, foi encontrado morto no local, mas a polícia não disse como ele morreu.
Os policiais disseram que as jaulas foram encontradas abertas no zoo, o Muskingum County Animal Farm.
Eles estão patrulham a área ao redor do zoo. Moradores locais receberam a orientação de permanecer em suas casa e muitas escolas próximas cancelaram as aulas.
Ohio tem uma das legislações mais brandas entre os Estados americanos sobre a posse de animais exóticos.
Situação grave
"Estes são animais selvagens que você veria na TV ou na África", disse o xerife local Matt Lutz.
Ele disse que a polícia começou a receber ligações por volta das 17h30 (19h30 de Brasília) de terça-feira dizendo que animais estavam soltos em uma rua do oeste de Zanesville.
Quatro policiais foram enviados ao zoológico onde encontraram o dono morto e as jaulas abertas. Vários animais agressivos teriam sido mortos próximos do corpo.
Lutz disse que a principal preocupação era proteger a população da região predominantemente rural.
"A situação é grave", disse ele. Agentes federais foram enviados para ajudar no caso.
Há informações de que o dono do zoológico enfrentava problemas legais e que esteve preso recentemente.
Um morador local disse à agência de notícias Associated Press que Thompson era uma pessoa extravagante que pilotava aviões, barcos e possuía uma loja de motos costumizadas e armas.
"Ele era único. Nunca o vi ferir alguém e cuidava bem dos animais", disse o morador.
Foto genérica de urso (Foto: BBC)Foto genérica de urso (Foto: BBC)Fonte: G1
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quarta-feira, 28 de setembro de 2011

Dez animais morrem no Zoo de Goiânia há um mês de sua reabertura

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Dez animais morreram no Zoológico de Goiânia, no mês de setembro. A última morte registrada foi a de um cervo-dama, com suspeita de contaminação por bactéria, ocorrida na terça-feira (27).
Segundo a administração do Zoológico, já morreram 16 animais desde julho deste ano, entre eles, um lagarto-preguiça, que estava desidratado, e um cachorro-do-mato, que teve anemia.
O parque foi interditado pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) em julho de 2009, depois de várias mortes de animais. A reabertura do parque - prevista para o dia 12 de outubro - depende do cumprimento de uma série de medidas estabelecidas em um Termo de Ajustamento de Conduta entre a Prefeitura de Goiânia, o Ibama e o Ministério Público Estadual.
Fonte: G1

Blog do Johnnyon

quarta-feira, 17 de agosto de 2011

quarta-feira, 10 de agosto de 2011

Filha de hipopótamo Teteia se deprime após mãe morrer

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São Paulo - A filha do hipopótamo fêmea Teteia, que morreu na sexta-feira, no Zoológico de São Paulo, sentiu a perda de sua mãe e apresentou quadro de depressão, deixando de se alimentar por dois dias. Segundo a bióloga do zoológico, Inaiá Sedenho Manoel, o hipopótamo fêmea Sininho, de 10 anos, vivia com sua mãe desde seu nascimento, em 2001, e ficou deprimida com sua morte. Por conta da falta da mãe, Sininho ficou sem comer na sexta e no sábado, mas no domingo começou a se alimentar.
Os técnicos do zoo observam Sininho diariamente para ter certeza que ela está se alimentando normalmente. Segundo Inaiá, Sininho ainda sente falta da mãe, mas aos poucos volta à sua rotina, comendo a ração apropriada para sua espécie, junto com abóbora e capim.
No zoo também estão Colônia, outro hipopótamo fêmea, que fica no recinto de exposição ao lado do de Sininho, e Pororó, que vive ao lado do zoo, no Zoo Safari, e que é neto de Teteia, o único hipopótamo fêmea que se reproduziu no zoo, com 10 gestações. Outros filhotes de Teteia estão espalhados pelo Brasil, nos zoológicos de Americana, Leme e São José do Rio Preto, no interior paulista, e de Brasília e Goiânia.
Segundo a biólogo, está em andamento um estudo para verificar se é possível colocar Sininho e Pororó juntos, para procriação.


Fonte: UOL
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quinta-feira, 14 de julho de 2011

Zoológico é suspeito de servir de ponte a tráfico de animais

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O Zoológico de Niterói pode ter servido de ponte para o tráfico de animais, segundo investigação do Ibama.
Ontem, o órgão autuou o zoo em R$ 1,032 milhão pelo sumiço de 490 bichos deixados no local por agentes da polícia florestal da PM.
O zoológico não tinha autorização para recolhê-los nem para cedê-los a terceiros, como o Ibama afirma ter ocorrido. "Temos um centro de triagem para onde esses animais devem ser levados", afirma a chefe substituta de fiscalização e área técnica do Ibama no Rio, Lisia Vanacôr.
Na sexta, fiscais do instituto foram a quatro endereços onde alguns animais estariam, segundo os registros do zoo. Não acharam nenhum, informou o superintendente do órgão no Rio, Adilson Gil.
A Fundação Zoonit também foi autuada em R$ 9 mil por maus-tratos a animais. O zoológico deve ser esvaziado até agosto, seguindo determinação da Justiça Federal.
As autuações serão comunicadas ao Ministério Público e à Polícia Federal, que agora vai investigar o sumiço dos animais. À PF caberá apurar se houve tráfico, afirmou Vanacôr.
Ontem, com o apoio da polícia florestal, o Ibama resgatou um leão, aves e 40 macacos-prego, além do chimpanzé Jimmy, atração do lugar.
Todos serão enviados para o GAP (Grupo de Apoio aos Primatas), entidade ambiental em Sorocaba, no interior de São Paulo. O GAP é o local onde entidades ambientais queriam alojar Jimmy em uma ação que pediu seu habeas corpus em abril.
Na ocasião, o TJ do Rio negou o pedido, determinando que o instrumento legal não valia para um chimpanzé.

OUTRO LADO A diretora da Fundação Zoológico de Niterói, Giselda Candiotto, disse que os animais procurados pelo Ibama foram soltos ou enviados para criadores cadastrados pelo próprio órgão federal.
Giselda acrescentou que as aves vítimas de maus-tratos recolhidas pelo instituto haviam acabado de chegar.
O tenente-coronel Mario Marques Fernandes disse que a PM parou de enviar os animais ao zoológico após receber um comunicado de Gil informando que o local não poderia mais abrigá-los.



Fonte: Folha (apenas assinantes Folha e UOL)
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quarta-feira, 13 de julho de 2011

Operação do Ibama retira animais do zoológico de Niterói, no RJ

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Por determinação judicial, o Ibama deu início, na manhã desta quarta-feira (13), à retirada de todos os animais silvestres do zoológico de Niterói (Zoonit), na Região Metropolitana do Rio. De acordo com o chefe da Divisão de Proteção Ambiental do Ibama, Márcio Urselino, serão removidos 42 animais de médio e grande porte, como o chimpanzé Jimmy, que se transformou numa espécie de símbolo do zoológico.
Por uma questão de estrutura logística, alguns poucos animais silvestres ainda permanecerão no espaço, segundo Urselino. São bichos como o leão, que necessitam de uma estrutura especial para a remoção. Além dessas espécies, apenas os animais domésticos, como cães e gatos, e os que compõem a fazendinha ficarão no Zoonit.
“Estamos cumprindo uma decisão judicial, já que não foram feitas as adequações necessárias para abrigar os animais silvestres. Não cabe ao Ibama decidir o fechamento do zoológico, que é um local público. Mas temos como atribuição fiscalizar para que os animais silvestres, alguns inclusive, em extinção, recebam os cuidados necessários e fiquem em recintos adequados”, destacou Urselino.
Além do chimpanzé Jimmy, estão sendo retirados macacos-prego e aves. Segundo Urselino, o chimpanzé e os outros macacos serão levados para o Santuário dos Primatas, em Sorocaba, em São Paulo. As aves serão levadas para outros zoológicos do Rio.
Desde outubro de 2010, depois de observar a falta de condições dos recintos, o Ibama começou a fazer a transferência dos animais, que foram enviados para instituições no Rio, em Volta Redonda, no Sul Fluminense, e em Brasília.
Fonte: G1
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Vídeo: Em 2 semanas, zoológico de SP perde girafa e leão

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Cristal, 5, a girafa mais carismática do Zoológico de São Paulo, morreu no dia 5 passado. Uma semana antes, foi a toca dos leões que ficou mais vazia, quando o macho Esperto, 15, sofreu uma parada cardiorrespiratória ao tomar anestesia.
O caso da girafa comoveu tratadores, veterinários e o pessoal das lanchonetes instaladas em torno do cercado dos grandes ruminantes.
É que Cristal ainda amamentava a filhote Safira, sua primeira e única cria, nascida em outubro de 2010. Era mãe carinhosa, lambendo Safira todo o tempo, enlaçando o pescoço com o da filha.
No dia 5, logo pela manhã, os funcionários das lanchonetes preparavam-se para a abertura dos portões do parque quando ouviram um ruído seco. Era Cristal desabando de 4,5 metros de altura, sob o próprio peso.
A girafa agitava as pernas, tremia. Em poucos minutos, Rodrigo Lopez, veterinário-chefe, entrou no cercado. Encontrou um quadro desolador: a girafa tinha o abdome superdilatado, a cabeça jogada no chão. Material gástrico abundante saía-lhe pela boca e pelas narinas.
Cristal morreu em silêncio, como convém às girafas, que têm fama de mudas, embora não o sejam. "Foi um quadro agudo", explicou Lopez.
Segundo o veterinário, havia três meses que Cristal não andava bem. Tinha cólicas, não se alimentava, a barriga inchou. A suspeita recaiu sobre uma doença de ruminantes, o timpanismo (quando o animal não consegue expulsar os gases da digestão).
Mudou-se a dieta de Cristal, reforçando-a com fibras. Houve uma melhora. Até que, na noite de 4 para 5 últimos, piorou de vez.
Se fosse um bovino, até seria possível tentar outras manobras, como colocar uma sonda gástrica para liberar os gases retidos. Em Cristal, segundo o veterinário, nem deu tempo de tentar.
"Além disso, a gente teria de anestesiar o animal, o que sempre implica o risco de parada cardiorrespiratória."
Os temores do veterinário com a anestesia justificaram-se pelo ocorrido uma semana antes. Foi quando Esperto morreu, "depois de receber três quartos da dose de anestésico prevista para adultos".
Um leão vive em média 20 anos --em cativeiro, normalmente, esse período aumenta. Mas Esperto apresentava problemas gástricos e foi anestesiado para que pudesse passar por um ultrassom abdominal. "Antes que mexêssemos nele, houve a parada cardiorrespiratória."
Ainda se tentou ressuscitar o felino com massagens cardíacas, epinefrina e atropina. Ele não voltou.
Ontem, na jaula dos leões, a fêmea estava só. Segundo o zoo, já há um macho vigoroso para expor no lugar de Esperto: o jovem Iuri.
Cristal, que nasceu na África do Sul em 2006, deixa a filha e quatro colegas de cercado. Safira ontem passeava ao lado de Jamal, seu meio-irmão por parte de pai, nascido há cinco meses.
O Zoológico de São Paulo contabiliza 3.000 espécimes. Anualmente, morrem 60 animais, mas raramente trata-se de animais com a popularidade de leões e girafas. "Na semana passada morreu uma jiboia e ninguém ligou."
Os corpos de Cristal e de Esperto foram enviados para a compostagem do zoo, onde se transformarão em adubo.

Fonte: Folha
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segunda-feira, 13 de junho de 2011

Zoológico de Piracicaba atende, em média, 21 animais atropelados por mês

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O Zoológico de Piracicaba atendeu 106 animais selvagens vítimas de atropelamento em rodovias da região durante os cinco primeiros meses do ano. Só entre os mamíferos, houve um aumento de 1150% na incidência desse tipo de acidente de 2005 até 2010. Boa parte desses animais está em risco de extinção.
O caso da onça parda, que morreu na sexta-feira (3), após ser atropelada na rodovia Piracicaba/Iracemápolis, reacendeu o debate sobre o quanto o desenvolvimento e a expansão urbana tem custado para os animais da região.
“O que a gente percebe é que estão aumentando esses casos. E a tendência, infelizmente, é aumentar ainda mais”, explica a veterinária Marianna Ricciarda Curi, responsável pelo cuidado de todos os animais resgatados nessas condições na região.
Em 2010, o zoo recebeu 360 animais atropelados, ou seja, na média, todos os dias um bicho era vítima de atropelamento na região. Entre eles, onça parda, macaco-prego, veado e ouriços. Dos 106 animais vitimados até maio desse ano, estão uma irara, um gambá saruê e um lobo guará.
Segundo Marianna, o problema é resultado de uma série de fatores, entre eles a ampliação da malha viária, a diminuição da área verde e as fronteiras agrícolas demarcadas por rodovias, que obrigam que os animais, para passarem de uma propriedade a outra, passem pela via. Aliado a isso, vem a falta de sinalização ou desrespeito dela por parte dos motoristas.
Um grupo de especialistas da Escola Superio de Agronomia Luiz de Queiroz (Esalq) e profissionais do zoológico planejam uma ação de visitas a prefeituras, Departamento de Estradas de Rodagem (DER) e bases da Polícia Militar Ambiental para mapear as áreas de maior incidência e implantar lombadas nesses locais.
“Esse tipo de acidente é um risco não só para os animais, mas também para as pessoas envolvidas. Uma capivara, por exemplo, pode chegar a pesar 90Kg. Recentemente houve um caso de acidente em que o motorista e o carona morreram após atropelar uma capivara”, conta Marianna.


Fonte: EPTV
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quarta-feira, 1 de junho de 2011

No frio, zoológicos redobram cuidados com animais

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Para enfrentar os termômetros baixos, os zoológicos mudam um pouco sua rotina para cuidar melhor dos animais. Para os mamíferos, a principal diferença no tratamento é o aumento no consumo geral da dieta, que também tende a ser complementada com itens mais calóricos.
Estes animais, assim como nós, têm um gasto extra de energia durante o inverno pra manter a temperatura de seus corpos constante.
Outra tática é a utilização de aquecedores ou camas de feno nos abrigos, o que também ajuda a espantar as baixas temperaturas, principalmente à noite. Nos dias mais frios, alguns animais, como os primatas, recebem cobertores.
Os animais de sangue frio, como os répteis e os anfíbios, são os que precisam de mais atenção. Como a temperatura de seus corpos varia de acordo com a do ambiente,  caso não seja fornecida uma fonte de calor adicional, o metabolismo desses animais diminui e algumas de suas principais atividades ficam comprometidas, como a digestão.
Fonte: R7
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