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sexta-feira, 27 de janeiro de 2012
Mocinha: uma égua guerreira
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São pequenas as chances de um cavalo nascer e chegar
à fase adulta com apenas três patas.
CRÉDITO: Juraci Magalhães de Souza/Arquivo Pessoal
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Carta com a resposta da Presidência. Crédito: Reprodução
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Há mais ou menos três anos, Cláudio Lages da Silva não
imaginava que “Mocinha” entrasse em sua vida e a mudasse tão radicalmente. A
história, que se desenrola em Botuporã, cidade com pouco mais de 11 mil
habitantes no centro-oeste baiano, é sobre o nascimento de uma potra com uma
deficiência congênita rara, que fez com que um dos seus membros dianteiros não
se desenvolvesse. A chance de um animal nascer e chegar à fase adulta com esse
problema é praticamente um milagre, uma em milhões.
Pior, em um lugar onde quase não há assistência veterinária,
nascer dessa forma pode ser uma sentença à morte. Normalmente, principalmente
no Nordeste, os cavalos são usados como animais de trabalho e sem essa função –
além de precisar de muitos cuidados – o dono não via uma utilidade ou a chance
de ela sobreviver. Mas essa não era a opinião de Cláudio que, ao ficar sabendo
que o destino de “Mocinha” estava traçado, pediu ao dono para doá-la, já que
ele gostava de animais e não aceitava que um bicho devia ser condenado à morte
porque nasceu com uma deficiência.
Ele conseguiu levá-la, mas essa pequena égua ainda teria
mais sofrimento pela frente. Sua mãe, colocada para trabalhar dias depois da
cria, sofreu uma hemorragia e não resistiu. Sem o leite materno as chances da
potra diminuíam sensivelmente, mas Claudio teve fé: “Eu colocava leite de vaca
em uma bacia e dava para ela duas vezes ao dia. Cuidei como se fosse uma
criança, com muito carinho. Acho que ela sabia disso”, afirma. De fato, a
atitude dele fez a diferença, já que talvez com a mãe a potra não tivesse a
mesma chance. “Existe uma lei natural de sobrevivência dos mais fortes na
natureza. Com a mãe ela não teria essa assistência que precisava e talvez não a
acompanharia para mamar. A atitude a salvou”, explica o veterinário Carlos
Alberto Hussni, professor da Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia da
Unesp de Botucatu.
O tempo passou, a potra começou a crescer e a se adaptar
àquela situação física, mas as dificuldades eram grandes. Claudio dependia de um mangue de um amigo
para deixar “Mocinha” e seus recursos financeiros vêm de uma pequena
aposentadoria, que também mantém a família e os outros animais. Mesmo assim ela
não foi deixada para trás. “Ele é conhecido pelo seu amor aos animais. Sempre
ajuda os bichinhos, principalmente aqueles que ninguém quer, por estarem
doentes ou judiados”, explica Juraci Magalhães de Souza, amigo do aposentado.
Para dar uma vida melhor a “Mocinha”, porém, seria preciso
espaço adequado e sua chance era pedir ajuda a quem realmente poderia fazer
algo, ninguém mais do que o ex-presidente Lula. “Na época ele era presidente e
escrevi contando a história dela. Como ele é do Nordeste achei que entenderia.
Pedi a sua ajuda para arrumar um pedaço de terra para que eu pudesse ter e dar
uma vida digna a ela. E ele me respondeu.” Em 2009, a correspondência foi
respondida pelo diretor de Documentação Histórica, Claudio Soares Rocha,
informando que o caso tinha sido encaminhado para o Ministério de
Desenvolvimento Agrário, e por lá ficou.
Para o aposentado as coisas se complicavam mais conforme o
tempo passava. Um problema de saúde – derrame, segundo ele – prejudicou sua
memória. Aos 70 anos, sua preocupação é de que algo lhe aconteça e que
“Mocinha” seja sacrificada. Debilitado e com a idade avançada, ele deseja
voltar à sua terra natal, Alagoas, mas apenas depois de encontrar um lar para
ela. “Sei o que costumam fazer nesses casos e não gostaria que Mocinha
morresse. Muitos matam cavalos para alimentar outros bichos”, afirma.
Claudio não entende nada de tecnologia, tampouco de redes
sociais, mas sabe que a internet é uma ferramenta de grande alcance e que seria
um meio de divulgar sua angústia, levando para longe o caso da égua. “Quem sabe
achamos alguém que possa ficar com ela, que a crie como ela é e não deixe
ninguém maltratá-la.” E foi com a ajuda do amigo Juraci que “Mocinha” ficou
famosa e entrou para o mundo virtual. Um vídeo foi feito e colocado no YouTube
e muitos se emocionaram e querem ajudar a achar um lar para a égua especial – o
filme já registra mais de 21 mil acessos.
Graças às redes sociais, eis que surge uma das interessadas
em ficar com o animal – pelo menos de forma provisória – e que tem perfil
adequado. Magali Caravaggi é veterinária e mora em Osasco. Trabalhou um tempo
com equinos e até tem um cavalo em um haras no interior de São Paulo. Ela quer
ajudar o aposentado a arrumar alguém em São Paulo, mas o problema está
justamente no transporte do animal. Além das dificuldades em obter a
documentação e do alto custo do translado, o transporte é de grande risco à
saúde da potra, por causa da sua deficiência. “Já enviamos um kit para extrair
o sangue e até conseguimos um laboratório na Bahia para realizar os exames
exigidos para o transporte, mas, para você entender a dificuldade, ainda não
conseguimos nem um veterinário próximo da cidade onde eles moram para coletar o
sangue”, explica.
Já em relação ao veículo para trazê-la, a tentativa é
arrumar um caminhão apropriado, mas as despesas são altas. “Nossa dificuldade é
grande porque o ideal é que ela venha sem outros animais no mesmo caminhão, o
que encarece o transporte. Fica em torno de R$ 6 mil apenas o transporte, mas a
viagem é estressante para a égua. O certo era ela vir bem apoiada e com paradas
planejadas. Além disso, seria preciso vir com ela um veterinário e o senhor
Claudio, caso contrário a chance de ela morrer na viagem é muito alta, uns
50%.”
Ainda segundo ela, a égua precisaria ficar em um haras
adequado, com clínica especializada, se possível. “Estou tentando alguns haras
para ela ficar, mas gostaria que fosse encaminhada para onde está o meu cavalo,
que é um lugar que conheço e tem estrutura.”
A verdade é que
Magali gostaria muito de ajudar, mas sabe que para o animal o melhor
seria ficar na região onde está, sob os
cuidados de alguém que realmente a queira assim. “Estamos vendo a possibilidade
de ela vir para São Paulo, mas se houver um fazendeiro ou alguém que tenha
espaço e goste de animais para cuidar bem, seria melhor.”
Certamente, esta história poderia vir de um livro ou da
ficção dos cinemas, mas é a realidade. Atitudes de compaixão, dedicação,
carinho e respeito ao ser vivo talvez sejam apenas algumas das formas de
expressar, como esse senhor do sertão da Bahia demonstra, a verdadeira
consciência e entendimento do que é a evolução humana e o amor incondicional à
vida, livre de preconceitos. E quem sabe haja a esperança de que esta notícia
vá além e possa trazer um final feliz, como nos contos mais belos.
Para ajudar:
Cláudio Lages da Silva – (77) 9142-7262
Magali Caravaggi – (11) 9222-2848
Fonte: Estadão
quinta-feira, 12 de janeiro de 2012
Veterinária adota dois cachorros que seriam sacrificados
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| Reprodução DFTV |
A veterinária Rafaela Costa Margini, moradora do Lago Sul, em Brasília, cria dois cachorros que nasceram sem as duas patas da frente. Ela decidiu adotar os animais, que são de uma mesma ninhada, quando quando soube que a dona dos cães queria sacrificá-los.
Batizados de João e Maria, os cachorros precisaram de cuidados especiais quando eram menores, conta Rafaela Margini, mas hoje eles já estão adaptados e brincam sozinhos.
Mesmo com a desenvoltura dos cães, a veterinária não descuida deles e está sempre com os animais, em casa ou no consultório. " A vida independente das suas diferenças pode estar acontecendo. Eles se viram super bem e estão aqui para provar tudo isso", completa Rafaela.
Fonte: Globo vídeos e G1
Porcos, cachorros, gatos. Muitos animais são exemplos de superação. Reveja alguns casos divulgados aqui no Blog do Johnny clicando aqui.
Porcos, cachorros, gatos. Muitos animais são exemplos de superação. Reveja alguns casos divulgados aqui no Blog do Johnny clicando aqui.
quarta-feira, 30 de novembro de 2011
Porco faz sucesso em cidade chinesa ao aprender a andar com duas patas
Um porco que nasceu sem as patas traseiras em uma fazenda em Mengcheng, na província de Anhui, na China, aprendeu a andar apenas com duas patas. O fazendeiro Ge Xinping afirmou que o animal nasceu em julho e pensou que ele não sobreviveria. No entanto o porco conseguiu se adaptar e ficou famoso na cidade, segundo o jornal inglês "Metro".
Fonte: G1
Nota do Blog do Johnny: Os animais superam as suas dificuldades de forma impressionante. Não tem como não lembrar da cachorrinha Faith, que alguns anos atrás emocionou o mundo andando sobre duas patas. Lembram? Caso você não lembre, veja o vídeo na época em que ela foi no programa da Oprah:
sexta-feira, 14 de outubro de 2011
Série fotográfica mostra cães com deficiência
A premiada fotógrafa Carli Davidson faz imagens incríveis com animais. Suas fotos costumam tocar as pessoas, como foi o caso da série divertida Shake, que mostra cães se sacudindo. Agora, a artista foi ainda mais longe e clicou peludos deficientes de um jeito muito peculiar e ainda mais tocante.
O ensaio comove, mas não pela tristeza e sim pela alegria. A série, que faz parte do Projeto Animais com Deficiência, mostra que mesmo sendo diferentes da maioria, os animais são felizes, não sentem dor e continuam sendo os grandes companheiros dos homens. Mais uma lição para aprender com ele!
Fonte: Criativa
terça-feira, 11 de outubro de 2011
Cachorrinha ajuda irmão surdo a voltar para casa
Quando o passeio da dupla acaba, Ross diz para a cadelinha preta trazer seu irmão de volta para casa, ao que ela atende na hora.
Fonte: F5
sexta-feira, 23 de setembro de 2011
Cadela com "síndrome do cão nadador" escapa da morte e tem "recuperação milagrosa"
Vídeo (em inglês)
Duas semanas depois de ser encontrada em uma lata de lixo, deformado e com a síndrome do cão nadador, Harper, uma cadela abandonada na Flórida, surpreendeu com uma rápida recuperação.
Harper, hoje com 11 semanas, foi encontrada no lixo no dia 31 de agosto em Sanford, na Flórida. Levada a um abrigo animal, a primeira reação de funcionários e veterinários foi pensar que a eutanásia seria o melhor destino para ela. A cadela sofria da síndrome do cão nadador, uma doença que exige tratamento, muitas vezes até cirurgia, mas que na maioria das vezes impede que os cães vivam muito. Os cães que sofrem deste problema ficam deitados com os braços e pernas esticados, como se estivessem nadando.
Ao ver que o animal seria sacrificado, a voluntária Erica Daniel entrou na história e decidiu levar Harper para a sua casa, para que ela pudesse ter uma noite "mais humana" antes de morrer. "Planejei levá-la para casa naquela noite, deixei ela dormir na cama conosco. Queria mostrar a ela o que era o amor", disse Erica ao MSNBC.
No dia seguinte, Erica percebeu uma pequena melhora no cão e decidiu que não iria sacrificar o animal. O resultado, em alguns dia de convivência, foi surpreendente.
As possibilidades de melhora fizeram Erica investir no tratamento para Harper. A cadela começou a receber massagens para estimular a coordenação motora, além aulas de natação. O Hip Dog Canine Hydrotherapy & Fitness, um centro de terapia para animais em Winter Park, também na Flórida, ofereceu hidroterapia e massagens terapêuticas a Harper, gratuitamente.
Tudo isso foi contribuindo para a melhor de Harper que, hoje, já consegue andar quase que com movimentos perfeitos. Em um mês, Erica acredita que Harper estará pronta para a adoção.
"Nesse momento ainda não tomamos nenhuma decisão. Se eu abrir mão dela, poderei cuidar de outro cão. Mas ela é como uma filha para mim. Ainda não decidi", disse Erica. "Cães precisam de amor de um lar. O mundo estava contra ela, mas ela foi uma lutadora".
Fonte: MSNBC e Atualizado com tradução do UOL
segunda-feira, 12 de setembro de 2011
Hidroterapia faz cão voltar a andar após acidente que o deixou paralisado
Com apenas oito anos o cachorro Rusty já tem uma comovente história de vida.
Em maio deste ano, o labrador ficou gravemente ferido ao ser atropelado. O acidente deixou lesões na coluna do bichinho, que ficou com as patas traseiras e o rabo paralisados. Sua recuperação foi desacreditada pelos médicos.
Rusty estava na casa de veraneio de seus donos, localizada no sul da França, quando o acidente aconteceu. Ao sair correndo pela rua, ele sofreu um forte impacto ao bater de frente em uma van e ser arremessado longe, segundo informações do The Corby Group.
Seus donos, Andrew e Judith Hammond, investiram nas poucas chances de recuperação, e Rusty começou a fazer fisioterapia aquática. Surpreendendo a todos, o cachorro voltou a andar apenas quatro meses depois do acidente.
Atualmente, ele já faz suas atividades de cão de caça.
Fonte: R7
sexta-feira, 9 de setembro de 2011
No Reino Unido, cachorro passa 16 dias em buraco, sem água e sem comida, e sobrevive
Um cachorro sobreviveu 16 dias em um buraco fechado por arbustos espinhosos, sem água e sem comida, em Penistone, no Reino Unido. O Jack Russell seguiu seu instinto de caça e correu atrás de um coelho durante passeio em uma trilha. Não voltou mais. Foi salvo duas semanas depois por uma amiga de suas donas e se recupera bem, mas pode perder um olho por causa da desidratação severa que sofreu durante os dias em que ficou preso no buraco.
Suas donas Erika e Carl Toutenhoofd o procuraram em vão e, duas semanas depois, já tinham perdido as esperanças de voltar a ver o cachorro. Foi então que a amiga Louise Bedford, que já tinha ajudado nas buscas pelo cão, escutou um choro baixo sob um arbusto espinhoso perto de onde o cachorro havia sido visto pela última vez. Ela conseguiu tirá-lo do buraco, usando seu agasalho para protegê-lo dos espinhos.
A mãe das meninas disse ter chorado ao rever o animal de estimação perdido: “Eu achei que nunca mais fosse vê-lo de novo. Quando eu desci as escadas e ela (Louise) estava com Jack enrolado em seu agasalho, comecei a chorar”.
Ela contou que, às vezes, o cão tinha a mania de correr atrás de coelhos, mas sempre voltava, meia hora ou uma hora depois. “O máximo que ele ficou longe foram dois dias e depois voltou para casa”. “Não acreditei que ele estivesse vivo depois de 16 dias. Não acreditei que um cachorro pudesse sobreviver embaixo da terra por tanto tempo sem comida e sem água”.
As donas, que têm outros dois cachorros, incluindo um cocker spaniel que atende por Valentino, acreditam que a chuva nos dias em que Jack ficou desaparecido talvez tenha ajudado a mantê-lo vivo. O cachorro ainda passeia no mesmo lugar em que se perdeu, mas agora, sempre preso pela coleira.
*Com informações do Daily Mail
Fonte: UOL
segunda-feira, 5 de setembro de 2011
Cãozinho Burne é saudável e vive bem
Há cerca de cinco meses, o vira-lata Burne foi queimado de forma brutal e deixado na linha do trem em Jaguariúna (SP). O cachorro recebeu o amor de muitas pessoas, inclusive de um veterinário que ajudou a salvá-lo e o adotou. Hoje, o cãozinho que tanto lutou para sobreviver já passa bem e, é claro, adora brincar.
Fonte: R7
sexta-feira, 26 de agosto de 2011
Cachorrinha atropelada por trem sobrevive e ganha cadeira de rodas na Polônia
Uma cadela de quatro meses de idade que foi abandonada em uma estrada de ferro na Polônia ganhou uma espécie de cadeira de rodas para substituir suas patas traseiras paralisadas. Ciuchcia foi abandonada em um trilho de trem e foi atropelada por um trem, segundo a equipe do abrigo para animais que acolheu a cadela.
O animal foi salvo por um condutor de trem, que levou a cadela ao abrigo. "O telefone tocou e um homem com uma voz emocionada disse que pensou ter atropelado alguns filhotes de cães que estavam no trilho", disse Maria Mrozinska do abrigo em Piotrkow Trybunalski, na Polônia. "Ele disse que acreditava que dois filhotes estavam mortos, um havia sobrevivido", disse.
A equipe de veterinários conseguiu salvar a vida da cadelinha, mas ela perdeu a mobilidade das patas traseiras. Para que ela pudesse se movimentar livremente como os outros animais, foi construído uma cadeira de rodas especial que foi presa ao animal.
O animal foi salvo por um condutor de trem, que levou a cadela ao abrigo. "O telefone tocou e um homem com uma voz emocionada disse que pensou ter atropelado alguns filhotes de cães que estavam no trilho", disse Maria Mrozinska do abrigo em Piotrkow Trybunalski, na Polônia. "Ele disse que acreditava que dois filhotes estavam mortos, um havia sobrevivido", disse.
A equipe de veterinários conseguiu salvar a vida da cadelinha, mas ela perdeu a mobilidade das patas traseiras. Para que ela pudesse se movimentar livremente como os outros animais, foi construído uma cadeira de rodas especial que foi presa ao animal.
* Com informações do "The Telegraph"
Fonte: UOL
segunda-feira, 22 de agosto de 2011
Cão herói fica cego e luta para se manter soldado do Corpo de Bombeiros de Magé (RJ)
Depois de uma carreira heróica como soldado, Zandor ficou doente e cego. Mas, o dono, um sargento do Corpo de Bombeiros, procurou ajuda de um grupo de veterinários de São Paulo (SP) para tornar o amigo no primeiro cão cego a trabalhar em missões de salvamento. O cachorro passou por cirurgia para retirar os dois olhos e enfrentou um teste para continuar na ativa. Assista!
Fonte: R7
quarta-feira, 10 de agosto de 2011
Mulher ensina linguagem de sinais pra cachorrinha surda
Pela expressão Lynne, dá para sacar que ela está feliz. E pela expressão de Snowy, parece que ela não ouviu direito
Lynne Chapman, uma inglesa da cidade de Manchester, adotou Snowy, uma simpática cadelinha branca, há quatro anos em um abrigo de animais.Antes da adoção, ela sacou que a bichinha não vinha quando ela chamava.
Não que Snowy fosse desobediente – ela simplesmente não podia ouvir.
Assim que a surdez de Snowy ficou comprovada, Lynne teve uma ideia maluca. Ela pediu emprestado um livro que ensinava a linguagem de sinais, utilizada pelos surdos-mudos e, com toda a paciência do mundo, passou a ensinar alguns comandos pra cadela.
Agora, Snowy já sabe reconhecer os sinais que indicam que é hora de comer, de ir pra casa, de ir para cama e muitos outros. Lynne está orgulhosa do progresso que fez.
- Se as pessoas que têm dificuldade de audição precisam se comunicar através de linguagem de sinais, eu não vejo razão pela qual um cão não consiga aprender também e minha Snowy aprendeu aos saltos.
Assim que a surdez de Snowy ficou comprovada, Lynne teve uma ideia maluca. Ela pediu emprestado um livro que ensinava a linguagem de sinais, utilizada pelos surdos-mudos e, com toda a paciência do mundo, passou a ensinar alguns comandos pra cadela.
Agora, Snowy já sabe reconhecer os sinais que indicam que é hora de comer, de ir pra casa, de ir para cama e muitos outros. Lynne está orgulhosa do progresso que fez.
- Se as pessoas que têm dificuldade de audição precisam se comunicar através de linguagem de sinais, eu não vejo razão pela qual um cão não consiga aprender também e minha Snowy aprendeu aos saltos.
Fonte: R7
segunda-feira, 8 de agosto de 2011
Cadela fica com apenas três patas após agressões
Ela foi seriamente agredida. Teve a cabeça machucada, o pescoço quebrado e feridas abertas por conta de golpes com um descascador de batatas. Mas, hoje, a cadelinha Maggie May já deixou para trás os momentos horríveis que configuraram um dos piores casos de crueldade com animais do condado de Durham, na Inglaterra, segundo o jornal britânico Daily Mail. Agora, a fêmea caminha sobre três patas - uma ela perdeu após a sessão de tortura.
Os horrores começaram quando Maggie foi atropelada por um táxi. Em vez de levá-la ao veterinário, Kieran Wynn, 18 anos, dono de Maggie, preferiu tentar uma solução caseira, fazendo uma tala com hashis, aqueles palitinhos de comida japonesa. Sem sucesso, ele e outros dois amigos decidiram sacrificar a cadela, iniciando a série de agressões – até que pensaram que ela estivesse morta, abandonando-a.
Porém, a cadela estava viva e, encontrada, foi levada para uma unidade da Sociedade Protetora dos Animais local e tratada por experientes veterinários. “Ela ainda precisa de mais algumas semanas para uma melhor recuperação, mas Maggie é uma cadela feliz agora”, diz Claire Wilson, representante da entidade, que agora cuida do animal.
Os três agressores reconheceram a culpa. Os dois amigos de Wynn foram condenados a 18 semanas de prisão. O julgamento do ex-dono de Maggie foi adiado para o fim do mês.
Fonte: Planeta Bicho
quinta-feira, 4 de agosto de 2011
Vídeo: Tutor desenvolve 'rodinhas' para cadela com paralisia nas patas, no CE
No município do Crato, a 506 km de Fortaleza, a cadela Paquita chama a atenção dos moradores pelas rodinhas que a permitem se locomover. Quem desenvolveu o equipamento para Paquita foi José Turíbio, dono da cadela de 12 anos.
As duas patas traseiras do animal ficaram paralisadas após um atropelamento de moto há seis anos. Segundo o dono, ela foi encontrada em uma lata de lixo com poucos meses de vida. "Cuidamos dessa cachorra. Quando ela escapou, caiu de uma altura de cinco metros de uma laje", relata.
Depois de recuperar-se da queda, a cadela passou por uma gestação de risco e, segundo o dono, quase morreu. Turíbio nunca aceitou as recomendações de veterinários para sacrificar o bicho, que tem atenção especial no estacionamento onde vive e se tornou um cão de guarda. "Ela avisa melhor do que o nosso porteiro eletrônico que temos instalados aqui. É boa companheira, bom cão de guarda", destaca Turíbio. No local, Paquita tem uma cama feita com canos de PVC. Quando está fora da cadeira de locomoção, usa proteção para as patas, para não se machucar.
VeterináriaO conceito sobre o tratamento dado a animais que sofrem acidentes e ficam paraplégicos mudou, diz a veterinária Tarcila Pereira . "A maioria das pessoas acha que o animal, por sofrer um acidente ou ficar paraplégico, deve ser sacrificado. A gente tem condição hoje de fazer cirurgia ortopédica, de colocar próteses e providenciar a cadeirinha de rodas", defende.
Na região do Cariri, Sul do Ceará, onde vive Paquita, existem entidades como a Associação de Apoio à Vida (Aprov), que cudam de animais. "A gente também procura ajudar a pessoas que socorrem esses animais. Tudo é muito caro, principalmente o tratamento ortopédico", afirma.
Fonte: G1
segunda-feira, 11 de julho de 2011
Camelô dá prova de amor para cachorro na zona sul do Rio
Nos abrigos para cães e gatos, muitos animais aguardam por um tutor. Alguns foram abandonados após adoecerem. Um vira-lata teve um destino diferente. O camelô Orlando se desdobra em carinhos com Spike, um cãozinho que foi atropelado e hoje precisa de rodinhas para se locomover. Veja essa história de amor e carinho.
Fonte: R7
sexta-feira, 8 de julho de 2011
Pequena pônei de pernas tortas da Cornualha busca R$ 15 mil para cirurgia
Não há como não se comover com a história de Minxy, a doce pônei de pernas tortas da Cornualha (Reino Unido).
A pequena pônei cresceu e, hoje com dez semanas, tem como melhor amigo um cachorro: o bull terrier Buddie.
Minxy nasceu com pernas tortas e sem forças sequer para mamar - o que, é claro, comoveu sua dona, Joanne Morris.
"Buddie é muito protetor em relação a Minxy", contou Joanne ao "The Sun". "Eles são insperáveis e toda noite Buddie vai ver se está tudo bem com Minxy."
Mas Minxy, entretanto, corre risco de morte. Joanne está fazendo campanha para amealhar 6.000 libras esterlinas (cerca de R$ 15 mil) para uma cirurgia. Segundo Joanne contou ao "The Sun", Minxy pode morrer, caso não seja operada. Para tanto, Minxy tem até uma página no Facebook.
Fonte: UOL
segunda-feira, 27 de junho de 2011
Camelô cria cadeira de rodas para cão voltar a andar
Há quatro anos, o vira-lata Spike foi atropelado por um carro e ficou sem movimentos nas duas patas traseiras. Sem boas perspectivas, um veterinário quis sacrificá-lo, mas o tutor, o camelô Orlando Júnior, não deixou.
Orlando improvisou um carrinho, parecido com uma cadeira de rodas, para que o cão voltasse a ter um vida normal e pudesse andar.
A construção deu tão certo que atualmente Spike vai trabalhar com Orlando e é sucesso no bairro onde mora, no Rio de Janeiro (RJ).
Fonte: R7
sexta-feira, 10 de junho de 2011
Vídeo: Como está o cãozinho Burne, que foi resgatado cheio de queimaduras?
O Blog do Johnny ficou muito feliz ao ver o novo vídeo que foi postado no Youtube, no último dia 06/06/2011, e que mostra que o cachorrinho Burne está cada dia melhor. Neste novo vídeo ele aparece ao lado de uma cachorrinha chamada Guaxinim e que foi resgatada em um bambuzal.
Entenda a história de Burne:
No dia 28/02/2011 na periferia de Jaguariúna (SP) alguém queimou com óleo quente um filhotinho e o abandonou para morrer. Parecia que tudo estava acabado para o cachorrinho. Mas apareceu, como por um verdadeiro milagre, dois funcionários, que trabalhavam próximo ao local, acabaram resgatando o cãozinho e levando para a Vet Clinic. Lá, com o total apoio da ONG Xodó de Bicho, ele recebeu todos os cuidados e passou por cirurgia, o que fez com que ele ficasse muito melhor. Quando a história de Burne foi divulgada na internet e depois em emissoras de TV , dezenas e dezenas de pessoas em vários locais do Brasil e até mesmo do exterior, se candidataram a uma possível adoção. Veja o vídeo, postado em março e que chocou a todos que amam os animais:
segunda-feira, 6 de junho de 2011
Filhote de cachorro sobrevive após ficar três dias preso sob escombros nos Estados Unidos
| Shadow já se reencontrou com sua tutora |
Um policial salvou um cachorrinho que ficou três dias preso sob o telhado de uma casa que desabou com a passagem de um tornado, em Monson, nos Estados Unidos, segundo o canal de TV WBZ.
No último sábado (4), Brian Pearl estava patrulhando uma rua da cidade quando ouviu o choro de Shadow, de apenas seis meses de idade, sob uma montanha de escombros.
O cachorro, mistura de sharpei com chow-chow, estava petrificado e com fome, mas sem nenhum ferimento.
“Achávamos que ele tinha morrido”, contou Audrey Carabetta, dona do filhotinho.
Segundo Audrey, quando o tornado chegou, a família correu para o porão da casa com os animais de estimação. No entanto, o cachorrinho acabou ficando na sala e foi levado pelo tornado.
“Dava para ouvir o barulhinho das unhas dele tentando se agarrar ao chão. Ele estava chorando e batendo nas paredes. Fiquei devastada por dentro”, disse a dona.
Após o tornado, a família espalhou fotos do cachorro pela cidade, pediu ajuda na internet e começou a busca. Até que o guarda Pearl o achou a alguns metros da casa da família Carabetta.
“Chorei muito quando me encontrei com Shadow. Quando meu cachorrinho me viu, pulou e começou a lamber”, contou Audrey.
O cachorro foi um presente à filha de sete anos de Audrey que há dois luta contra um câncer.
*Com informações da WBZ-TV
Fonte: UOL Notícias
sábado, 4 de junho de 2011
Cães sem patas dianteiras podem receber rodinhas
Relativo à notícia publicada ontem aqui no Blog do Johnny. O veterinário Cláudio Yudi, responsável pelo tratamento dos três filhotes nascidos sem os membros superiores há menos de um mês, explica que existem duas possibilidades para melhorar a qualidade de vida dos cãezinhos.
Uma delas é colocar uma prótese de rodinha que possibilitará a eles viverem quase que normalmente, mas ainda não se sabe se Vitória, Pitoco e Peteleco podem passar por cirurgia.
Outra é ensiná-los a andar sobre as duas patinhas traseiras. Casos como esse já foram registrados em várias partes do mundo. A única desvantagem é que andar sobre duas patas influencia no sistema nervoso e físico deles, o que leva a uma redução na expectativa de vida que normalmente é de 12 anos.
“Mesmo assim eles vão poder continuar vivendo normalmente, só que vão morrer mais cedo, mas a dona gosta muito deles, cuida com carinho e eles já fazem parte da família, tenho certeza que eles vão ser muito bem cuidados”, explica.
Ele ressalta que as chances de adaptação são maiores do que de morte e que é mais provável que eles vivam mais e melhor do que os cachorros de rua. Com uma boa alimentação e o acompanhamento dos veterinários eles vão poder ter uma vida normal. (MS)
Fonte: Jornal de Uberaba
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