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segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

Dicas ajudam pets com medo de fogos de artifício

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Durante as festas de final de ano, o medo provocado pelo barulho dos fogos de artifício faz com que muitos cães fujam de casa. Confira algumas dicas para amenizar o medo. 
http://canalpetshop.com.br Dra. Elaine Pessuto CETAC – Centro de Ensino e Treinamento em Anatomia e Cirurgia Veterinária Rua Castro Alves, nº 284 – Aclimação Tel.: 11 2305-8666 www.cetacvet.com.br PMP Press Tel.: (11) 3801-9103 Ricardo Mangold / Priscilla Merlino Cel.: (11) 9187-3994 / 9936-4194

Fonte: UOL
Complementando: 
Existem cães que têm medo excessivo de determinados ruídos... Se imaginarmos que eles têm uma capacidade auditiva quase quatro vezes maior que a nossa, um ruído sem importância para nós pode ser ensurdecedor para eles. 

Os ruídos que costumam causar pânico nos animais são fogos de artifício,máquinas de tosa e/ou secadores,trovõestiros, etc.. 
Os cães pulam no colo do dono, tremem excessivamente, o coração dispara e eles tentam se esconder em lugares pouco comuns, permanecendo lá sem comer, beber ou sair para fazer suas necessidades...
Alguns donos podem achar isso até engraçado, porém, se o animal tiver alguma alteração cardíaca severa, a taquicardia (aceleramento do coração) que o medo excessivo provoca poderá causar problemas à saúde do animal, principalmente se ele for idoso.
Se fobia a ruídos é o problema do seu amigão e você se preocupa com a reação dele nos dias de fogos ou tempestades, veja as dicas de Cláudia Pizzolato, treinadora de cães diplomada pela NDTA (National Dog Trainers Association) nos USA e proprietária da BitCão - www.bit.com.br, no Rio de Janeiro:
 Trabalhar com dessensibilização: ter gravado em cassete ou CD os sons que deixam o animal paralisado de medo (à venda no site www.bitcao.com.br). Colocar o som MUITO baixo, quase imperceptível, e motivar o cão a repetir qualquer rotina que ele goste muito, como jogar bolinha, comer biscoito, etc.. No início é preciso fazer estes exercícios num local e horário bastante calmos e neutros. Só devemos passar adiante quando o cão já estiver suportando o barulho que o incomoda, num nível normal.
 Não recompensar involuntariamente: é preciso ter muito cuidado para não dar carinho e atenção ao animal quando ele estiver com medo para não recompensá-lo, involuntariamente, por ter medo. Nada de tentar acalmar o cão ou segurá-lo no colo. Em último caso é preciso deixar um local preparado para que o animal possa se esconder e sentir seguro, como numa toca.
 Usar medicação: alguns veterinários preconizam doses diárias de antidepressivos, ministrados nos dias em que se suspeita que haverá ruídos que causem pânico ao cão. A medicação tem que ser dada antes do cachorro começar a ficar apavorado e pode evitar crises médias ou leves de pânico. Para casos graves de fobias causadas por sons, como fogos de artifício, tempestades, trovões ou armas de fogo, outras drogas podem ser utilizadas, sempre a critério e sob prescrição do veterinário.
Segundo Cláudia, o medo excessivo de ruídos é um dos problemas mais difíceis para serem tratados em comportamento canino, especialmente em casos graves. De qualquer forma vale a pena tentar.
No caso de cães que se estressam com o barulho de máquinas de tosa e secadores, utilize chumaços de algodão nos ouvidos do animal, para diminuir o ruído. Isso também pode ser tentado em dias de tempestade ou fogos de artifício. Mas é claro, esse "truque" não terá efeito algum em animais extremamente medrosos.
Procure assegurar-se que o cão não possa fugir em momentos de grande manifestação de medo. É comum os animais se desesperarem e saírem em disparado em direção à rua. Prenda o cão em dias de comemorações com fogos e rojões (nota: só tomando cuidado, como no informa o vídeo acima, para que ele não fique acorrentado, correndo o risco de sofrer acidentes e até morrer).
Consulte o veterinário que trata do seu animal. Caso ele julgue conveniente, medicará o seu animal para enfrentar o medo ou encaminhará você a um especialista em comportamento para tratar seu cão. Associando as medicações alopática, homeopática ou alternativa (Florais de Bach), a uma mudança de postura do dono em relação ao cão, há chances dele superar a fobia.

Silvia C. Parisi
médica veterinária - (CRMV SP 5532)

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quarta-feira, 28 de setembro de 2011

NESTLÉ® PURINA® CAT CHOW® integra time de combate ao câncer de mama

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Campanha conta com a interação dos consumidores para doar mais de R$ 100 mil à organização que busca a redução dos índices de mortalidade pela doença no Brasil.
De acordo com a JSH&A Breast Cancer Survey, pesquisa realizada a pedido da PURINA® CAT CHOW® com pacientes que venceram a batalha contra o câncer de mama nos Estados Unidos, 84% das entrevistadas afirmou encontrar em seus gatos um efeito tranquilizador durante o tratamento, o que as ajudava nos momentos mais difíceis do processo.

O estudo, encomendado pela PURINA® CAT CHOW®, é a base para uma série de ações que a marca vai promover, em parceria com a Federação Brasileira de Instituições Filantrópicas de Apoio à Saúde da Mama (FEMAMA), no OUTUBRO ROSA, mês em que atividades de conscientização e mobilização pela luta contra a doença são realizadas no mundo todo.

Com o slogan “Eu me cuido. Ele cuida de mim”, NESTLÉ® PURINA® CAT CHOW® entra na luta contra o câncer de mama a partir do dia 4 de outubro. E o marco inicial é a iluminação especial na sede da Nestlé, em São Paulo, capital. Até o dia 20, o prédio, que possui mais de 20 andares, ficará totalmente cor de rosa, acompanhando alguns dos principais monumentos do Brasil.

A PESQUISA
De acordo com as mais de 500 mulheres que participaram do estudo nos Estados Unidos, sua relação com o bichano foi apontada como diferente da relação com qualquer outro animal quando estão mais debilitadas, pois além de companheiros, os gatos são mais independentes que os cães, por exemplo, o que facilita a interação em um período em que o carinho e a atenção fazem toda a diferença. Ancorada no conceito de saúde e bem estar por toda a vida, não só para os animais, mas também para os seus donos, NESTLÉ® PURINA® CAT CHOW® criou uma corrente pela prevenção da doença.

NA LUTA CONTRA O CÂNCER DE MAMA
Com duas formas de contribuir, o engajamento dos consumidores em ações on e off line serão fundamentais para que a marca consiga doar mais de R$ 100 mil à FEMAMA. Entre os destaques, está ação inédita de doação pelo Facebook, a primeira iniciativa de doação neste canal de rede social. A cada “curtir” na página da campanha de Purina® CAT CHOW® no facebook, a marca doará R$ 0,10 para a FEMAMA. A campanha na rede social vai de 04 a 08 de outubro, independente do valor acumulado. Além disso, na compra de qualquer produto CAT CHOW® no mês de outubro, R$ 2 serão doados, também pela marca, até atingir o limite de R$100 mil.

A campanha conta ainda com peças de comunicação nos pontos de venda, anúncios em revistas e TV, um hot site desenvolvido exclusivamente para a ação – www.catchowrosa.com.br –, além de interferências no site da Nestlé e de NESTLÉ® PURINA® CAT CHOW®  durante todo o mês de outubro.



Fonte: www.portaldapropaganda.com.br
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Quer se exercitar? Arranje um cachorro

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No caminho para conseguir um corpo sarado, muitas pessoas procuram academias e personal trainers. Quem foge dessa alternativa, em geral, dá preferência a opções como correr no parque. Nesse momento, no entanto, é difícil manter uma rotina regular de exercícios, principalmente se você está sozinho. Uma pesquisadora britânica dá a dica: leve um cachorro para te acompanhar.
Na verdade, como explica a pesquisadora, você nem precisa sair com a intenção de se exercitar com o cachorro. A simples companhia canina, como explica a especialista Sandra McCune, faz você andar mais rápido, percorrer distâncias maiores, e levar um estilo de vida mais saudável.
Uma pesquisa, feita com 1.100 donos de cachorros pela Inglaterra, constatou que as caminhadas com o animal representam 66% das atividades físicas dessas pessoas. A pesquisa exalta, ao lado desse índice, os benefícios sociais de andar com um cachorro, já que você tende a conversar mais com os vizinhos quando sai para passear com o melhor amigo do homem.
Voltando aos benefícios físicos, pesquisadores americanos resolveram catalogar quais as atividades mais vantajosas para praticar com os cães. Entre as mais cotadas estão lançar bola ou frisbee, fazer jogos de agilidade ou simplesmente dar uma corrida com o cachorro. Essas recomendações, em geral, são dadas por médicos, dos quais a maioria afirma pessoalmente se exercitar com cães desde a juventude. É um remédio sem contra-indicação. [MSN]
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quarta-feira, 14 de setembro de 2011

Por que os bichos tornam as nossas vidas mais saudáveis?

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Gato
Pesquisas mostraram que famílias que possuem animais têm uma redução significativa com despesas médicas
Foto: Getty Images
De tanto estudar o comportamento dos bichos, o pesquisador americano-suíço Dennis Turner descobriu que a companhia deles nos traz muito mais benefícios do que as alegrias domésticas já conhecidas. "Eles podem ser o fator fundamental de cura para doenças físicas e emocionais além de melhorar a auto-estima, o bom humor e os relacionamentos", afirma. Turner dirige um centro de estudos na Suíça que oferece cursos de terapia para psiquiatras, psicoterapeutas, assistentes sociais, administradores de hospitais. Confira a entrevista com o estudioso:
Como um bicho de estimação pode tornar a vida das pessoas mais saudável?
Independentemente da cultura ou do status socioeconômico, ter um cão ou um gato em casa é altamente benéfico. Os donos de animais estão entre os que sobrevivem mais tempo após um ataque cardíaco, sofrem menos de depressão, de solidão, de medo e de ansiedade. A presença deles estimula a auto-estima, especialmente de crianças com problemas na escola, e ajuda na reintegração de jovens desajustados, idosos e deficientes à sociedade. O pré-requisito para isso, entretanto, é que sejam bem cuidados e respeitados.
Existem dados que comprovem essa relação com a melhora na saúde?
Pesquisas realizadas na Austrália e na Suíça mostraram que famílias que possuem animais têm uma redução significativa com despesas médicas. Essas pessoas também gastam menos com medicamentos. Muitos estudos demonstram ainda que a presença deles em casa diminui a pressão sanguínea, os níveis de colesterol e o estresse dos moradores. Quem tem um cão também ganha com as caminhadas diárias, que auxiliam na prevenção de problemas cardíacos e na recuperação de quem sofreu um infarto.
Há experiências de sucesso com pacientes em tratamento psiquiátrico?
Sim. Doentes que não pronunciavam uma única palavra havia anos e não respondiam aos métodos tradicionais de terapia têm se socializado por meio do contato com animais. A simples presença deles funciona como um quebra-gelo para o doente não comunicativo, por exemplo. Ele começa direcionando um olhar fixo para o bicho. Algum tempo depois, passa a tocá-lo. Nas consultas que se seguem, conversa somente com o animal. Mais tarde, o terapeuta entra nessa conversa fazendo comentários sobre o bicho e dirigindo o assunto para sentimentos humanos. A partir daí, o terapeuta poderá ajudar o paciente a estabelecer uma relação com outras pessoas.
A terapia com animais pode ser uma opção para os países em desenvolvimento reduzirem os gastos com saúde pública?
Os programas que tratam portadores de deficiência física e mental, crianças com dificuldades na escola, delinquentes juvenis, pessoas que sofrem com a violência doméstica e presidiários estão entre os que muito têm a ganhar, pois essa terapia não exige grandes investimentos. Além disso, os governos podem fazer uma economia indireta de recursos públicos ao investir em educação sobre a posse responsável de mascotes. Isso aumenta o respeito das pessoas para com eles e diminui o número de bichos abandonados. É melhor prevenir do que optar pelo sacrifício.
Além de nos manter mais saudáveis, que outros benefícios eles nos trazem?
Alguns psicoterapeutas já prescrevem a aquisição de um animal de companhia como parte de um programa de terapia familiar. Um cão ou um gato pode unificar os membros em conflito, propiciando a todos um foco comum, que freqüentemente tem início com diálogos sobre o animal e sobre os cuidados que ele requer.
Por que as pessoas abandonam os animais? Na França e na Itália, é comum ver famílias soltá-los nas ruas ao sair de férias. Nos Estados Unidos e no Brasil, levam-se cães e gatos saudáveis para ser sacrificados.
As pessoas não consideram os cuidados que um bicho requer - alimentação adequada, consultas ao veterinário e carinho -, o que significa tempo, dedicação e um certo investimento financeiro. Às vezes são cativadas pela graciosidade de um filhote e não se dão conta de que ele crescerá tornando-se, para alguns, menos atrativo. Também ocorre de ignorarem o tempo de vida do animal - cerca de 12 anos para cães e 20 anos para gatos - no momento em que decidem ter um. Outra razão é a mudança de casa ou o desemprego repentino. Nesses casos, a melhor atitude seria procurar uma pessoa que pudesse cuidar dele. É antiético abandonar o animal à própria sorte. Ele passa por uma fase miserável de vida e morre logo. É por isso que o aprendizado sobre o que os bichos podem significar para nós e sobre o que nós significamos para eles é extremamente importante.
Fonte: Mdemulher
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sexta-feira, 26 de agosto de 2011

Cães da PM ajudam no tratamento de crianças portadoras de múltiplas deficiências

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Treinadas para farejar armas e drogas, as cadelas labradoras Hanna e Ranger, e a golden retrivier Luna, do canil do 7° Batalhão de Polícia Militar (São Gonçalo), têm desempenhado um papel bem diferente. Elas ajudam no tratamento de crianças portadoras de múltiplas deficiências atendidas no Centro Integrado da Criança e do Adolescente Portador de Deficiência Professor Almir Madeira, localizado no bairro do Barreto, em Niterói. Sob o comando dos policias, essas cadelinhas fazem parte de um projeto de cinoterapia (terapia com cães) desenvolvido há oito anos, sendo seis deles no centro vinculado à Fundação para a Infância e Adolescência (FIA).
De acordo com a diretora do abrigo, Maria Angélica Peixoto, os cães são facilitadores para o trabalho dos profissionais da área de saúde, que desenvolvem diversos tipos de terapias e fisioterapias com as crianças.

Animais do 7º BPM, de Niterói, são utilizados no tratamento de crianças portadoras de múltiplas deficiências
Animais do 7º BPM, de Niterói, são utilizados no tratamento de crianças portadoras de múltiplas deficiências

- A melhora deles é evidente, o trabalho é de uma importância ímpar para a vida dessas crianças. Os cães despertam a sensibilidade e afetividade das crianças, que ficam mais dispostas para as atividades, como a fisioterapia, por exemplo, que às vezes é dolorosa, mas, com o corpo mais relaxado, o resultado é melhor. Os cães facilitam a percepção delas. A satisfação das crianças é enorme, até as mais agressivas têm o humor melhorado no contato com os cães - explicou Angélica.
O projeto foi criado há oito anos pelo o capitão veterinário Sérgio Braga, responsável pelo Canil do 7º BPM. Ele conta que teve a ideia de criar o tratamento quando percebeu que poderia aproveitar melhor o tempo ocioso dos cães , que fazem saídas esporádicas do batalhão.
- São cães de faro de armas, drogas e resgate, mas que só saem do batalhão quando há missão. Escolhemos os cães mais sociáveis, com temperamento acessível para interagir com crianças, idosos e deficientes, e verificamos toda a parte de saúde e controle de parasitas dos animais. Começamos no Lar Samaritano, trabalhando com idosos. Já atendemos várias instituições, trabalhamos inclusive com cegos. Atualmente, atendemos o abrigo da Fia e o Lar Samaritano. É um trabalho muito gratificante - contou o capitão.
Os cães são sempre acompanhados desde pequenos por um policial. De acordo com eles, além do benefício para as pessoas atendidas, o trabalho é benéfico também para os PMs e para os cães.
- A gente, às vezes, tem problemas em casa ou no trabalho, mas quando chega aqui e vê essas crianças, descobre que os nossos problemas são menores. A gente se entrega e sente que o que está fazendo é benéfico. A alegria no rosto dessas crianças não tem preço. Só quem se dedica a ajudá-las sente o que essas crianças devolvem para a gente, o que nos faz encarar a vida de forma diferente. Cada um pode contribuir um pouco para uma sociedade melhor - afirmou o cabo Márcio Willians.
- Para os cães também é bom. Eles gostam de ser abraçados e acariciados. São cães que também têm um trabalho estressante e aqui relaxam no contato com as crianças - explicou o sargento Franco.
O Centro Integrado da Criança e do Adolescente Portador de Deficiência Professor Almir Madeira atende 33 meninos e meninas com múltiplas deficiências. É o único abrigo público do estado a atender deficientes com sonda de gastronomia. O espaço abriga crianças e adolescentes especiais em situação de vulnerabilidade social e que são encaminhados pela Justiça como medida de proteção até que as famílias se organizem para poderem recebê-las.
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quinta-feira, 18 de agosto de 2011

Cão farejador pode ser usado para detectar câncer de pulmão, diz estudo

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Cães farejadores podem ser a nova arma para detectar os primeiros estágios do câncer de pulmão em humanos, segundo aponta um estudo divulgado pelo European Respiratory Journal, publicação médica sobre o sistema respiratório. O trabalho foi conduzido por pesquisadores do hospital Schillerhoehe, na Alemanha.
Os cães foram treinados para detectar compostos orgânicos que evaporam com facilidade (VOCs, na sigla em inglês) e que estão ligados à presença do câncer. Durante o estudo, 200 voluntários - saudáveis, com câncer de pulmão e doença pulmonar obstrutitva crônica - tiveram a sua respiração "analisada" pelos cachorros treinados.
Os animais usados identificaram 71 pessoas com câncer de pulmão de um total de 100 possíveis. Os animais também foram eficientes em mostrar que outras 372 amostras - de um total de 400 - não apresentavam tumores.
Os primeiros estágios da doença nem sempre estão associados com sintomas e a descoberta precoce pode ser acidental. Já a técnica de detectar câncer de pulmão por meio de amostras do ar exalado por pacientes já havia sido desenvolvida, porém era considerada de difícil aplicação pelos especialistas.
No trabalho com os cães, os cientistas conseguiram não só identificar os tipos específicos de VOCs, mas também a saber afastar a influência da fumaça do tabaco na detecção. Como consequência, a equipe alemã conseguiu identificar marcadores estáveis para confirmar a presença de tumores no pulmão e que não se confundem com o cigarro, odores de comida e drogas.
Câncer de pulmão é causa de morte mais comum por tumor maligno no mundo. Já na Europa, a doença é a segunda mais frequente entre homens e mulheres, provocando 340 mil óbitos por ano no continente.
Fonte: G1
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quarta-feira, 10 de agosto de 2011

Cães participam de terapia para crianças com Down

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Inúmeras pesquisas apontam que a presença de animais na vida das pessoas traz diversos benefícios, garantindo mais saúde e qualidade de vida. Já imaginou os resultados que um animal de estimação pode trazer para portadores de necessidades especiais?
No primeiro semestre, 75% dos pacientes que participam da Terapia Assistida por Cães – método terapêutico desenvolvido a partir do contato com animais, utilizando cães como instrumento mediador entre o terapeuta e o paciente – alcançaram os objetivos propostos por meio das atividades realizadas.
Patrocinado pela MSD Saúde Animal e realizado pela ABRAHIPE – Associação Brasileira de Hippoterapia e Pet Terapia –, a Terapia Assistida por Cães atende crianças e adolescentes com deficiência física e mental na sede do Pequeno Cotolengo Dom Orione, em Cotia/ SP. Segundo a coordenadora das ações socioambientais da MSD Saúde Animal, Sandra Alves, a simples presença de um animal em um ambiente promove bem-estar, influenciando na saúde física e mental dos pacientes.
“A Terapia Assistida por Animais tem como objetivo proporcionar benefícios físicos, emocionais, cognitivos e sociais. Esse processo terapêutico deve ser planejado, medido e tabulado e os resultados avaliados com a finalidade de alcançar a finalidade proposta”, explica.
A responsável pela Terapia Assistida por Cães da Abrahipe, Paula Bicchile Suelotto, ressalta que no contato de crianças, jovens e adultos portadores de necessidades especiais – seja por comprometimento motor, mental ou em ambos os aspectos – a utilização dos cães facilita muito o trabalho do profissional, pois o indivíduo atendido não considera que está em processo terapêutico, mas sim, brincando com os cães. “Isso é importante porque as atividades fogem da rotina terapêutica à qual estão acostumados, gerando motivação em realizar as atividades, o que contribui muito para o desenvolvimento neuropsicomotor de nossos pacientes”, finaliza.


Fonte: Época SP
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segunda-feira, 8 de agosto de 2011

Cão aprende a detectar crises de epilepsia do tutor

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Desde a chegada do cachorro Zulu à casa da família Rabelo, em Ribeirão Preto (SP), há três meses, o número de crises convulsivas de Davi, rapaz de 19 anos que sofre de epilepsia, caíram de 20 para 5 ao dia.
O semblante sereno do filho garante a Juanita, 46, uma noite de sono tranquila. Ela sabe que pode ser alertada pelo barulho feito por Zulu se uma nova crise acontecer.
Cão da raça labrador, Zulo pode ser o primeiro cão do Brasil adestrado para identificar crises de epilepsia, segundo a psiquiatra Maria Priscila Cescato, do Centro de Cirurgia de Epilepsia do HC (Hospital das Clínicas) de Ribeirão, da USP.
O treinamento para essa função é comum em países como Estados Unidos e Reino Unido, mas não há conhecimento de outro cão com essa habilidade no Brasil, diz o psiquiatra Renato Luiz Marchetti, do Instituto de Psiquiatria do HC de São Paulo.
Ambos os especialistas tomam o cuidado de dizer que não há estudos suficientes que comprovem a eficácia da ajuda animal na redução de crises em epilépticos.
Eles concordam, porém, com a possibilidade de consequências positivas na interação entre paciente e cão. "Ainda é incipiente o assunto, mas talvez possa ser algo indicado para os pacientes que não melhoram apesar de seguir o tratamento médico", disse Marchetti.
Era o caso de Davi. A mãe conta que, em 19 anos "de luta", o filho mais velho já havia tomado "todas as combinações possíveis de remédios que existem no mundo" e tentado diversas dietas.

IDEIA DE MÃE
A ideia do cão adestrado partiu da mãe, durante conversa com o policial militar Ricardo Cazarotti, em uma sessão de Davi de equoterapia (tratamento com uso de cavalos) no quartel da PM.
Cazarotti treina cães farejadores há 15 anos para a polícia. A cadela Isa, que ele adestrou, atuou no resgate de sobreviventes nas chuvas do Rio e no terremoto no Chile.
Silva Junior/Folhapress
O labrador Zulu, de dois anos, ao lado de Davi Rabelo, 19; o cão ajuda adolescente nas convulsões de epilepsia
O labrador Zulu, de dois anos, ao lado de Davi Rabelo, 19; o cão ajuda adolescente nas convulsões de epilepsia

SUTIL
O policial estudou os movimentos de Davi, durante o dia e enquanto dormia, para reproduzi-los com o cão. O movimento parece sutil. Em uma crise, Davi tomba a cabeça para trás e estica braços e pernas na cadeira de rodas. Algumas vezes, grita.
Zulu foi condicionado a começar a latir ao detectar esses sinais. Ele só para de fazer barulho quando alguém da família chega e aperta um dispositivo que emite uma espécie de estalo.
Para chegar a esse condicionamento, Cazarotti treinou Zulu por nove meses.
Com o cão, diz Juanita, os medicamentos se reduziram. Dos cinco comprimidos diários, Davi deixou de tomar dois do seroquel, uma espécie de antipsicótico.
Mas a mudança mais imediata, conta a mãe, foi a de Davi praticamente não ter mais crises à noite. "Eu deito na cama relaxada, certa de que nada vai acontecer."

Fonte: Folha
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segunda-feira, 11 de julho de 2011

Animais de estimação fazem bem à saúde, revela estudo

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Os animais domésticos proporcionam apoio social e emocional às pessoas, revelou uma pesquisa da Associação Psicológica dos Estados Unidos. Segundo o estudo liderado por Allen McConnel, da Universidade de Miami, publicado no site do Journal of Personality and Social Psychology, pessoas que possuem animais de estimação "têm mais qualidade de vida e conseguem resolver melhor diferenças individuais que as que não têm animal de estimação".
O estudo indicou que tutores de cachorros, gatos e outros bichos de estimação mantêm uma relação tão estreita com as pessoas próximas como a que têm com seus animais. "Especificamente os tutores de mascotes têm mais autoestima e estão em melhores condições físicas, além disso, tendem a ser menos solitários, são mais conscientes do que ocorre a sua volta, são mais extrovertidos, tendem a ser menos receosos e menos preocupados", afirmou o pesquisador.


Para realizar o artigo, os pesquisadores questionaram 217 pessoas -- na maioria (79%), mulheres com idade média de 31 anos. "Os estudos revelam provas consideráveis de que os animais de estimação beneficiam a vida de seus donos tanto no âmbito psicológico como no físico, já que representam uma importante fonte de apoio social", concluiu.
(Com Agência Efe)
Fonte: Veja
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domingo, 19 de junho de 2011

Idosos recebem visita de pets terapeutas do Projeto Pêlo Próximo

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Por Alessandra Fabro
A Clínica Geriátria São Sebastião, na Tijuca, Rio de Janeiro, recebeu neste sábado, a visita do Projeto Pêlo Próximo, que levou seus pet terapeutas para uma tarde de interação com os idosos.
Projeto Pêlo Próximo (foto: divulgação)
Projeto Pêlo Próximo (foto: divulgação)
Durante o encontro, que contou com a participação de 50 idosos foram realizados exercícios fisioterápicos com bolinhas e de motricidade com arco, escovação de pêlos, boliche e ainda tiveram a oportunidade de assistir no final do encontro uma apresentação de show dog. Além dos cães, o Projeto levou também uma calopsita que também faz parte do staff, para auxiliar no estímulo da motricidade fina dos pacientes.
O grupo, que realiza um trabalho filantrópico em várias instituições do Rio, conta atualmente com 35 voluntários, dentre eles veterinário, adestrador, fonoaudióloga, psicólogo, fisioterapeuta, acupunturista, e uma terapeuta ocupacional. Todos os cães precisam estar vacinados e vermifugados, passar por uma avaliação comportamental que será realizada pelo adestrador e coordenadores do projeto, apresentar um atestado do veterinário comprovando a boa saúde do animal e, principalmente, não podem demonstrar qualquer tipo de agressividade.
Nas visitas às instituições infantis, o Projeto conta com o Pet Health. Nessa atividade, as crianças assumem a função de médicos mirins, colocando máscaras de cirurgia e sendo incentivadas a explorar o corpo do cão no sentido de escutar seu coração, seus pulmões, simular aplicação de injeção, fazer curativos, medicar (com água) e finalizando, realizam o diagnóstico do animal. Essa atividade serve como estímulo ao raciocínio e a criatividade das crianças e para aumentar a auto estima das crianças que estão passando por algum tipo de tratamento. Para solicitar uma visita do Projeto envie um email para peloproximo@gmail.com ou visite o site do projeto.
Fonte: Bagarai
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‘Pet terapia’ auxilia no tratamento de doenças

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Não estranhe se por acaso escutar latidos em hospitais ou se deparar com a visita em massa de animais em escolas, consultórios médicos e instituições que cuidam de idosos.

Isso porque inúmeros integrantes do reino animal podem ser fiéis companheiros e importantes mediadores e facilitadores no tratamento de pessoas que passam por reabilitações físicas, emocionais e sociais.

Esse tipo de tratamento chamado de ‘pet terapia’ é também conhecido como Terapia Assistida por Animais (TAA), no qual participam cães, gatos, coelhos e tartarugas, dentre inúmeras outras espécies.
De acordo com Tatiane Ichitani, a ‘pet terapia’ pode ser aplicada no tratamento de doentes cardíacos e de indivíduos que possuem pressão alta, câncer, autismo, Alzheimer, paralisia, alergia, depressão e artrite.

"Qualquer pessoa que necessite melhorar a qualidade de vida e a autoestima pode se beneficiar deste trabalho. De qualquer forma, a pessoa precisa gostar da visita do animal. O animal não pode causar um desconforto ao paciente", ressalta ela.

Dentre os benefícios elencados por Tatiane estão o desenvolvimento da autoestima e da autoconfiança e melhor socialização dos envolvidos. Há ainda um avanço na preservação da memória, uma significativa contribuição na diminuição dos sintomas de ansiedade.
Divulgação
Animais visitam hospitais, casas de idosos e clínicas
‘Cão-peão’ de preferência
Dentre os animais mais requisitados para servirem como integrantes da ‘pet terapia’ está sem dúvida o cão. Figura amistosa e bem quista pela maioria das pessoas, cabe a ele, em grande parte dos casos, a missão de contribuir para o resgate da qualidade de vida e saúde dos homens.

"Em alguns casos, os cães só fazem companhia, dão e recebem carinho. Em outros casos, podem participar de atividades mais específicas como fisioterapia, por exemplo, incentivando a pessoa a caminhar ou a fazer movimentos com os braços, jogando bolinha para o cão buscar", ensina Tatiane.

Contudo, para que os resultados combinem segurança com sucesso, além de uma equipe formada por adestradores e cães de raças, como shih-tzu, lhasa-apso, labrador, golden retriever, cocker, bulldogue inglês, bulldogue frances e poodle, é fundamental a colaboração de médicos, fisioterapeutas, psicólogos, enfermeiros e, claro, especialistas veterinária e em comportamento canino.

Segundo Vinicius Fava Ribeiro, o principal benefício de recorrer ao melhor amigo do homem nessa empreitada é a motivação que ele proporciona ao paciente, convocando-o para a participação das atividades terapêuticas.

"O cão por não julgar, também não cria expectativas, fazendo com que os pacientes possam construir um vínculo afetivo com o cão e despertar um grande conteúdo emocional que facilita as ações dos terapeutas".
Fonte: O diário
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Animais, os melhores amigos da saúde

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Aparecida Eva Asseda Bravo, de 55 anos, desde criança sempre foi uma apaixonada por cachorros e, até hoje, quando se depara com algum maltratado, faz questão de alimentar e medicar. Ela tem seis cachorros em casa e garante que só não ‘pega mais’ porque não tem onde acomodá-los. Para Aparecida, os animais são mais do que simples bichos de estimação, são também companheiros incondicionais.

"O cão sente quando estamos com algum problema e nós também sentimos quando eles precisam de ajuda. Cães fazem muito bem para mim, pois não têm maldade no coração. Eles me fazem companhia e são decisivos para que eu me sinta sempre melhor", revela ela.
Aparecida feliz da vida com seus bichos de estimação e inseparáveis companheiros

E as pesquisas apontam que a presença dos animais nas vidas das pessoas realmente traz benefícios. O American Journal of Cardiology, dos Estados Unidos, comprovou através de um recente estudo que aqueles que convivem com animais tem um grande parceiro no controle do estresse, na diminuição da pressão arterial e possuem menos risco de problemas cardiovasculares.

Contudo, se para a população de um modo geral, a presença de um animal de estimação é capaz de garantir mais saúde e qualidade de vida, para os idosos os resultados positivos são ainda mais significativos.

Um dos principais benefícios é que a companhia de um cão evita o isolamento do idoso, que ao levar seu animal para passear entra em contato com outras pessoas, ao passo em que tem sua parte física e motora significativamente estimulada.
Adestramento personalizado
Já pensando em melhorar a sintonia entre os vovôs e vovós e seus bichanos de estimação, a dica é que o cão seja especialmente adestrado para servir como uma prestativa companhia.
Nesse sentido, o animal pode aprender desde caminhar no ritmo de seu tutor até desenvolver alguns comandos mais avançados, como avisar quando a campainha ou o telefone tocarem, acender as luzes e buscar objetos.
De acordo com a psicóloga, adestradora, consultora comportamental e responsável pelo projeto Cão Terapeuta (São Paulo), Tatiane Ichitani, as necessidades ou expectativas do tutor devem basear a escolha da raça do cão. Isso porque existem aqueles cuja natureza é voltada para o trabalho, enquanto que outros, para a companhia.
É preciso levar em conta o temperamento correto também. Existem cães mais temperamentais e outros menos dominantes, além de mais e menos medrosos. É necessário saber escolher, portanto, o mais equilibrado possível, para que o animal não venha agredir as pessoas, latir o tempo todo e nem destruir os objetos", ensina ela.
Bom companheiro

"Cães fazem muito bem
para mim, pois não têm
maldade no coraçãoEles
são decisivos para que 
eu me sinta sempre melhor"
Aparecida Eva Assedo Bravo
Apaixonada por cães

Sendo assim, para acertar na escolha do cão ideal, Vinicius Fava Ribeiro, fisioterapeuta, técnico em Terapias Assistidas por Cães e diretor da Associação para a Promoção de Terapias Assistidas por Cães (TAC), também de São Paulo, aconselha que a rotina do idoso seja avaliada.
"No caso de um idoso menos ativo, que tenha uma certa dependência, podemos escolher um cão de raça pequena e que lhe faça companhia. Já um idoso ativo e que pode desempenhar atividades físicas com o cão, como um passeio, por exemplo, pode escolher um de grande porte, seja ele de raça definida ou não. Tudo dependerá das circunstâncias", orienta.
Fonte: O diário
Nota: A pessoa pode escolher sim qual é o tamanho do cão mais adequado para o local em que mora, mas não em locais que vendem os animais como se fossem mercadorias. Não compre um amigo, adote!
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quarta-feira, 15 de junho de 2011

Gatos "visitam" asilo em Criciúma

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Os idosos e os funcionários do Asilo São Vicente de Paulo, em Criciúma, têm convivido com uma estranha companhia. Gatos estão diariamente no local. De acordo com a coordenadora do asilo, Andreza Ronsani, vizinhos da instituição têm gatos e nos horários de almoço e janta, os felinos aparecem em busca de comida.

“Eles se escondem embaixo do assoalho para ter filhotes e dormir. O grande problema é que pessoas vêem os gatos e aproveitam para abandonar outros animais aqui”, disse Andreza. Nas últimas duas semanas, duas ninhadas de gato e uma de cachorro foram abandonadas nos fundos da instituição.

Os gatos também trazem prejuízo para o asilo. “Eles se escondem dentro da lavanderia entre as roupas e temos de lavar todas as roupas de novo, além de que nossos médicos receitaram antialérgicos a todos os idosos. Eles também entram nos prédios e deitam nas poltronas para dormir”, explicou a coordenadora.

De acordo com o presidente da Fundação do Meio Ambiente de Criciúma (Famcri), Giovano Izidoro, um fiscal irá ao asilo na manhã desta quinta-feira analisar a situação. “Vamos conhecer o problema e depois consultar a melhor forma de resolver, já que o Centro de Controle de Zoonoses ainda não está pronto”, destacou Izidoro.

Fonte: Engeplus

Nota: Aproveitem para fazer "gatoterapia" com os idosos, já não tem "cãoterapia"? :)
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terça-feira, 14 de junho de 2011

Bebês que crescem com animais de estimação desenvolvem menos alergias a eles

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Segundo uma nova pesquisa, bebês que convivem com cães e gatos são menos propensos a desenvolver alergias aos animais mais tarde na vida.
Os pesquisadores coletaram informações de 566 crianças e seus pais sobre a exposição das crianças aos animais de estimação e seu histórico de alergias. Além disso, quando as crianças completaram 18 anos, eles tomaram amostras de sangue e as testaram para certas proteínas do sistema imunológico (conhecidas como anticorpos) que lutam contra alérgenos de cães e gatos.
As crianças que cresceram em lares com gatos tinham cerca de metade da probabilidade (48% mais baixa) de serem alérgicas a eles quando adolescentes. Crescer em torno de um cãozinho reduziu o risco de alergias ao cão por aproximadamente a mesma quantidade para os meninos (50% mais baixo), mas não para meninas; uma descoberta que os pesquisadores não conseguiram compreender.
Os cientistas sugerem que as meninas talvez não desenvolvam a mesma imunidade que os meninos porque interagem de forma diferente com os cães; mas é só um palpite.
A pesquisa mostrou que estar exposto aos animais de estimação após o primeiro ano de vida não parece ter qualquer efeito sobre o risco de alergias, o que indica que o tempo pode ser tudo quando se trata de prevenir alergias.
Embora os cientistas não possam dizer com certeza, suspeitam que a exposição precoce a alérgenos e bactérias relacionadas a animais domésticos fortalece o sistema imunológico. O corpo se habitua aos alérgenos, e ajuda a criança a construir uma imunidade natural.
“A sujeira é boa”, diz a pesquisadora Ganesa Wegienka. “Se o sistema imunológico estiver ocupado com exposições no início, fica longe do perfil imune alérgico”.
Esse não é o primeiro estudo a achar que ter um animal doméstico pode proteger as crianças de alergias, mas é o primeiro a acompanhar as crianças até que elas alcancem 18 anos. Os estudos anteriores tiveram resultados mistos.
Alguns chegaram a ligar a exposição a cães durante a infância a um risco aumentado de alergia, por isso é muito cedo para recomendar um cão ou gato para afastar alergia em seu filho. Pela mesma razão, não se livre de seu animal de estimação quando tiver um filho, achando que o bicho vai provocar alergias.
“No final, provavelmente vamos descobrir que existem períodos de oportunidade, quando a exposição aos alérgenos, para algumas pessoas, vai ter um efeito protetor”, afirma o especialista em alergia e imunologia, David Nash, que não participou do estudo.
Além disso, é possível que outros fatores, além de ter um cão ou gato, influenciem o risco de alergia. Por exemplo, embora os pesquisadores tenham levado em conta o fato de os pais das crianças serem alérgicos ou não, eles não perguntaram por um histórico familiar mais amplo de alergias ou outros problemas de saúde. Pode ser que as crianças geneticamente predispostas a alergias simplesmente sejam menos propensas a crescerem em lares com animais.[CNN]
Fonte: Hypescience
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