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terça-feira, 24 de janeiro de 2012

Polícia indicia mulher suspeita de matar mais de 30 cães e gatos em SP

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Reprodução: Rede Globo
Assista ao vídeo abaixo:
A polícia indiciou nesta terça-feira (24) a mulher suspeita de matar mais de 30 cães e gatos na Vila Mariana, Zona Sul de São Paulo. Os laudos feitos pela USP e por um laboratório particular mostram que os animais morreram por injeção letal.
“Ela aplicava uma injeção de analgésico no coração dos animais. Em razão disso, foi provocado um colapso cardíaco que levou à morte”, diz o delegado José Celso Damasceno Junior.
Dalva Lina da Silva foi ouvida nesta terça pela polícia e, segundo o delegado, disse que só sacrificava os animais que estavam sofrendo. Mas os laudos mostram que os animais não estavam doentes. Dalva já foi indiciada. Ela deverá responder a processo por maus-tratos de animais.
A polícia começou a trabalhar depois de receber uma denúncia de um detetive particular. Ele foi contratado por iniciativa de um grupo de defesa dos animais, que estava desconfiado de Dalva, até então conhecida como uma pessoa que recolhia cães e gatos nas ruas.
Edson Criado disse que ficou 22 dias em frente à casa de Dalva, na Vila Mariana. E observou vários animais sendo entregues. Em um dos dias, flagrou Dalva colocando sacos de lixo em frente a casas de vizinhos. Neles estavam alguns dos animais. "Abri o saco e constatei cinco animais logo de cara, enrolados em bastante jornal, mortos."
Revoltados, manifestantes quebraram o portão da casa da mulher e picharam o imóvel. Com medo da reação, ela se mudou.
O advogado Martim Lopes Martinez, que defende a mulher, disse que a injeção foi aplicada em apenas 6 dos 37 animas encontrados nos sacos plásticos e que Dalva foi vítima de uma armação. "Na mão dela faleceram seis animais. Ela não sabe dizer dos outros animais que foram encontrados no portão da vizinha da casa dela."
A polícia aguarda todos os laudos ficarem prontos para poder concluir o inquérito e enviar o caso à Justiça.
Fonte: G1
Relembre o caso clicando aqui

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sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

Polícia entrega hoje ao MP o inquérito do caso Lana, yorkshire espancada pela enfermeira

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Assista ao vídeo abaixo:
Sexta-feira, 20/01/2012
A Polícia Civil vai entregar nesta sexta-feira (20) ao Ministério Público o inquérito que apurou o caso de maus-tratos contra uma cachorrinha yorkshire em Formosa. A enfermeira suspeita de praticar o crime já foi indiciada.

Fonte: Globo vídeos

Relembre o caso clicando aqui
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quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

Defesa de enfermeira que matou yorkshire, critica indiciamento por constranger a filha

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O advogado da enfermeira de 22 anos suspeita de agredir e matar um cachorro da raça yorkshire criticou, nesta quarta-feira (18), a decisão da Polícia Civil de indiciar a mulher por constrangimento da filha. A menina, na época com 1 ano e 6 meses, assistiu às cenas de agressão ao yorkshire.
"O laudo psicológico deu a entender que a criança tem muito apego à mãe e não demonstrou nenhum abalo aparente por causa das cenas presenciadas", argumentou o defensor Gilson Saad. Segundo ele, não há prova técnica para a acusação.

Em entrevista ao G1 do Distrito Federal, a delegada Renata Brandimarte, da 2ª Delegacia Policial de Formosa, disse que o laudo psicológico a respeito do impacto das cenas de agressão sobre a filha da enfermeira não foi conclusivo. “A informação é que é difícil analisar uma criança tão pequena, de 1 ano e 6 meses. A avaliação é mais precisa a partir dos 3 anos", explicou.
Nesta semana, a delegada concluiu o inquérito. A enfermeira será indiciada por maus-tratos ao animal, além de constrangimento da filha. O resultado da diligência deve ser encaminhado ao Ministério Público de Goiás na próxima semana.
Sobre o indiciamento por maus-tratos, Saad disse que já era esperado. Ele informou que vai aguardar a promotoria se manifestar para prosseguir com a defesa.
Mudança
A enfermeira de 22 anos, suspeita de agredir e matar o próprio animal de estimação, tenta reconstruir a vida longe de Formosa, no Entorno do DF, onde ocorreu o incidente em novembro do ano passado. Sem especificar a cidade, o advogado Gilson Saad disse que ela, o marido e a filha moram atualmente na Região Metropolitana de Goiânia.
De acordo com o advogado, a permanência da família em Formosa já não estava boa, por causa da comoção popular com o caso. Manifestantes chegaram a tentar apedrejar o prédio onde a família morava e tiveram de ser contidos pela Polícia Militar.
A situação ficou ainda mais difícil depois que a prefeitura da cidade não renovou o contrato com o marido da suspeita. Ele atuava como médico em uma das unidades de saúde do município. Quando conseguiu emprego em uma cidade perto de Goiânia, a família se mudou.
Segundo Saad, desde que teve os números de telefone divulgados na internet, a enfermeira decidiu não ter celular. Por esse motivo, o defensor não teria tanto contato com a cliente. "Ela está bem, aguardando o desenrolar do caso", diz Saad.
Fonte: G1
Relembre o caso clicando aqui.
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terça-feira, 17 de janeiro de 2012

Vizinhos ameaçam invadir casa de idosa acusada de assassinar cachorros no Rio

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A moradora de uma casa em Jacarepaguá, na zona oeste do Rio de Janeiro, é acusada de promover uma chacina de cães no local

Os moradores da estrada do Mapuá, em Jacarepaguá, zona oeste do Rio de Janeiro, estão revoltados com uma suposta chacina de cães cometida desde a noite desta segunda-feira (16) por uma mulher identificada como Sara Maciel, 71.
Segundo relatos de ativistas que estão no local, a idosa é esquizofrênica e, após matar seus animais com golpes na cabeça, os coloca em sacos plásticos na calçada. A Polícia Civil está investigando o caso.
Pelo menos seis cães foram encontrados mortos na manhã de hoje -- todos com a cabeça ferida e sem nenhum dente. Outros dez cachorros, incluindo filhotes, permanecem no local. Os populares mais exaltados ameaçam invadir a residência, de acordo com Priscila Constant, que atua de forma independente em defesa dos animais.
"Eles estão na porta dela e alguns querem invadir. Eu estou tentando convencê-los de que isso é errado", disse ela, que teme que a proprietária da casa seja alvo de linchamento.
Além da preocupação quanto aos cães, os vizinhos reclamam do mau cheiro exalado pelos cadáveres e cobram das autoridades competentes uma iniciativa para solucionar o problema. Segundo eles, a cachina de cães já vem ocorrendo há algum tempo.
"Eu a vi ensacando pessoalmente os animais e despejando na calçada. Na semana passada apareceram pelo menos quatro. Essa mulher pode até ser doente, mas isso não se faz, ela deve ter muito ódio no coração", afirmou a aposentada Gislaine Gomide, 52, que não soube precisar há quanto tempo cães mortos são encontrados na localidade.
Na noite desta segunda-feira (16), uma equipe da Polícia Civil visitou o local para realizar uma perícia prévia, porém Sara Maciel não autorizou a entrada dos agentes.
Segundo informações da 32ª Delegacia de Polícia (Taquara), responsável pela ocorrência, a irmã da proprietária já prestou depoimento, porém o conteúdo não pôde ser divulgado. A polícia afirma apenas que a idosa utiliza um discurso de cunho religioso para justificar a morte dos cães.
Questionada pelos defensores dos animais, a dona dos cães teria dito que eles morreram de cinomose canina -- doença causada por um vírus que pode ser encontrado no fluxo ocular e nasal.
Sara Maciel já foi intimada para comparecer ao distrito policial a fim de prestar depoimento, o que deve ocorrer nesta quarta-feira (18), às 11h. Uma nova tentativa de periciar a residência pode ser feita ainda hoje.
De acordo com os ativistas que continuam mobilizados na estrada do Mapuá, nenhum representante da Polícia Civil compareceu ao local até a conclusão do texto desta reportagem.
Fonte: UOL
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domingo, 15 de janeiro de 2012

Sacrifício de cães dispara no Vietnã para celebrar o ano novo, que será comemorado dia 23/01

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Foto: EFE
O sacrifício de cachorros disparou no Vietnã, onde o cozido com a carne deste animal é um dos pratos preferidos nas casas, restaurante e bares, devido à proximidade das celebrações do Ano Lunar.
A grande procura por carne de cachorro diminuiu consideravelmente a população canina, levou os vietnamitas a abastecer-se em países vizinhos e os matadouros a acelerar os sacrifícios, de acordo com as organizações locais de defesa dos animais.
"Nas ruas de cada província do centro do país, perto da fronteira com o Laos, podemos ver a todo momento enormes caminhões passando com pelo menos 200 ou 300 cachorros enjaulados como galinhas, com dez animais por jaula, para abastecer à indústria de carne de cachorro no Vietnã", disse à Agência Efe, Tuan Bendixxen, diretor do escritório do grupo Animals Asia no país.
Segundo a crença popular vietnamita, o consumo da carne deste animal aumenta a saúde e a longevidade, além da temperatura corporal nos meses de inverno, e é comum comê-la como parte do ritual para atrair sorte durante os festejos de Ano Novo, que ali começará no dia 23 de janeiro.
O crescimento da classe média no país contribuiu para aumentar a procura por carne, vísceras, patas, rabo e outras partes do cachorro para preparar diferentes tipos de cozido que até pouco tempo era privilégio das famílias mais abastadas.
"O aumento do consumo fez com que muitos dos animais fossem trazidos ilegalmente de outros países, como a Tailândia", declarou o diretor da entidade protetora.
Um estudo da universidade de Chulalongkorn, em Bangcoc, calcula que são contrabandeados cerca de 30 mil cachorros por mês da Tailândia para suprir a forte demanda do Vietnã.
Uma prática comum entre os traficantes é dar grandes quantidades de água aos cachorros ou introduzi-la por uma mangueira até o estômago para que aparentem ser mais pesados e possam ser vendidos por um preço maior.
Em agosto de 2011, quatro tailandeses e um vietnamita foram detidos acusados de tráfico de animais enquanto tentavam atravessar a fronteira da Tailândia com o Laos com cerca de dois mil cães, cujo destino eram as panelas de casas e restaurantes do Vietnã.
Apreensões como esta fizeram com que o preço do quilo da carne de cachorro esquartejado subisse para US$ 30. Estes milhares de animais resgatados são só a ponta do iceberg do comércio ilegal entre Tailândia e Vietnã.
O consumo desta carne, que não passa por nenhuma avaliação do Ministério da Agricultura e Desenvolvimento Rural do Vietnã, causou inúmeros casos de cólera e raiva em pessoas, alguns resultando em mortes.
"Cerca de 40% das pessoas que possuem raiva no país não foram mordidas, mas admitem ter consumido carne de cachorro", explicou o médico Heiman Wertheim, do Instituto Nacional para Infecções e Doenças Tropicais de Hanói.
A Agência de Alimentação vietnamita adverte que o país carece de medidas sanitárias para prevenir doenças contagiosas e para alertar a população sobre o perigo de consumir partes de cachorro, um comércio feito sob nenhum controle.
"Regulamentar o comércio seria uma solução superficial, pois ainda permitiria que os animais sofressem", considerou Jim Robinson, fundador e diretor-geral da Animals Asia no Vietnã.
"Pedimos ao Governo em diversas ocasiões uma reunião para tratar o assunto do comércio da carne de cachorro, mas sempre recebemos um não como resposta", comentou o diretor da entidade protetora de animais na Ásia.
A organização estima que só na Cidade de Ho Chi Minh, antes de Saigon, há cerca de 175 estabelecimentos que incluem em seu menu pratos variados feitos com cachorro, e no total seus clientes consumem cerca de 350 animais por dia.
Nas Filipinas, China, Indonésia, Coreia do Sul e em partes da Tailândia onde a população é de origem vietnamita, também se come carne de cachorro, porém os Governos filipinos e sul-coreanos promulgaram leis que proíbem este comércio.
Fonte: Terra
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sexta-feira, 13 de janeiro de 2012

Últimas notícias do caso dos animais assassinados na Vila Mariana (SP)

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Atualização 16/01/2012:

(São Paulo, 16 de janeiro de 2012) –Hemotórax, este é o resultado das primeiras necropsias feitas nos cães e gatos que teriam sido mortos por Dalva Lima da Silva, no caso da Vila Mariana, deflagrado na última sexta-feira, dia 13 de janeiro.
APOIO ÀS INVESTIGAÇÕES
Na sexta feira, acionado por associações e protetores independentes do Movimento de Defesa Animal, o Deputado Federal Ricardo Tripoli (PSDB-SP) contatou o prof. Dr. Paulo Maiorka, do Departamento de Patologia Animal da Universidade de São Paulo, solicitando o apoio da Instituição na viabilização das necropsias, que deveriam ser custeadas pelas ONGs denunciantes, entre elas, a Adote um Gatinho, em laboratório particular.
O pedido foi prontamente atendido. Metade de todas as necropsias e todos os exames toxicológicos estão sendo realizados na USP, sem custo para as entidades de defesa animal.
CRUELDADE E FRIEZA
Xilazin, dopalen e cloreto de potássio, substâncias apreendidas na residência eram utilizadas para matar os animais. Injetadas no coração, provocaram seu rompimento, seguido de hemorragia (hemotórax) o que explica a palidez dos 33 cães e gatos encontrados mortos, envoltos em jornal e dentro de sacos de lixo, nas calçadas da rua da suspeita, que não negou eutanasiar os que sucumbiam a tratamento, que alegava dar a animais de rua que lhe eram entregues. Não havia conteúdo estomacal, o que indica a falta de ingestão alimentar por período prolongado.
Ao que tudo indica, não se trata de ritual religioso ou de prática apta a abastecer banco de sangue clandestino, mas sim ato compulsivo de matar. Na residência havia muitas caixas de transporte, o que indica o grande volume de animais que passavam por lá.
O detetive particular contratado, e ouvido pela polícia, confirmou número excessivo de animais que chegavam à residência e não saíam vivos, mas sim em sacos de lixo, mortos.
O inquérito policial está a cargo da Divisão de Investigação sobre Infrações contra o Meio Ambiente, do Departamento de Polícia de Proteção à Cidadania – DPPC, que tem recebido inúmeros protetores que teriam entregue animais a Dalva, acreditando que ela os encaminharia a abrigos. Muitos, inclusive, pagavam pelo serviço.
Este fato reforça a necessidade de acolhimento de duas grandes ações empreendidas pelo Deputado Tripoli: a aprovação do PL 2833/2011, que prevê penas severas para crimes contra animais e a solicitação de criação de um serviço de perícia para crimes contra animais, através do Instituto de Criminalística, em tratativa junto à Secretaria Estadual de Segurança Pública.

Atualização 13/01/2012:
Cerca de 30 gatos e cachorros são encontrados mortos dentro de sacos de lixo na zona sul de SP
A mulher de 42 anos que havia sido detida na noite de ontem (12) sob suspeita de matar 33 gatos e cachorros na região da Vila Mariana, na zona sul de São Paulo, foi solta na manhã de hoje. De acordo com a polícia, o crime é considerado de menor potencial ofensivo.
Segundo o delegado Wilson Correia Silva, do DPPC (Departamento de Polícia de Proteção à Cidadania), a suspeita Dalva Lina da Silva prestou depoimento e afirmou que cinco animais que ela tomava conta morreram de causas naturais, mas afirmou que não tinha conhecimento dos demais.
A polícia instaurou um inquérito policial. Os animais estavam enrolados em jornais, dentro de sacos de lixo, na rua Mantiqueira.
De acordo com a ONG Adote um Gatinho, grupos de proteção aos animais desconfiavam há anos da mulher, que recebia doações de animais de rua e sumia com os gatos e cachorros que recebia.
Para confirmar as suspeitas, um detetive particular foi contratado há cerca de 20 dias. Ontem (12), ele flagrou a mulher colocando os sacos com os animais próximo ao portão da vizinha, por volta das 23h.
O detetive avisou os protetores de animais, que acionaram a Polícia Militar.
No boletim de ocorrência registrado no DPPC, consta que 33 corpos de animais foram encontrados. Eles foram encaminhados para um laboratório particular contratado pelos protetores, para elaboração de laudo com as causas das mortes.
Os policiais também encontraram seringas no carro de SIlva, gaiolas para transporte de animais e armadilhas na garagem da casa.
Segundo a polícia, em seu depoimento a mulher afirmou que recebia animais doentes de várias instituições e que tentava tratá-los. Nos que não resistiam eram aplicados anestésicos, segundo ela, para que não sofressem. Viúva e vivendo apenas com a pensão, ela disse que sempre ligava pedindo ajuda para entidades de proteção aos animais, mas nunca obteve.
Representantes da ONG e o advogado da suspeita acompanharam uma inspeção pela casa dela nesta manhã, que encontrou oito gatos e um cão, vivos. Os animais foram entregues à ONG e encaminhados para adoção.

Fonte: Folha


Matéria original: 


Uma mulher foi detida na madrugada desta sexta-feira (13) na Vila Mariana, Zona Sul de São Paulo, suspeita de maus-tratos a animais domésticos, de acordo com o Departamento de Polícia de Proteção à Cidadania (DPPC).
Segundo o DPPC, a mulher teria matado e colocado em sacos plásticos cerca de 33 cães e gatos na madrugada desta sexta. A Polícia Militar (PM) recebeu as denúncias de maus-tratos e deteve a suspeita.
Os animais foram encontrados em sacos de lixo em frente à casa da suspeita, de 43 anos. Na garagem, havia diversas gaiolas para transporte de animais.
Um grupo de protetores de animais desconfiou da mulher, pois ela adotava um grande número de gatos e cachorros, e contratou um detetive particular para investigar o que ela fazia com os bichos. O detetive acompanhou a rotina da mulher durante 20 dias. Na noite desta quinta, viu a mulher jogando os animais mortos no lixo e chamou a polícia.
No carro dela foram encontradas caixas de sedativos. Segundo a PM, ela falou que usava os remédios para sedar os animais, para que eles não sentissem dor. O advogado da mulher disse que ela adotava os animais para cuidar, mas que alguns acabavam morrendo. Ele também afirmou que alguns animais eram sacrificados para evitar sofrimento.
Ainda de acordo com o DPPC, a mulher se passava por dona de uma ONG que adotava animais. O DPPC vai fazer um termo circunstanciado e a suspeita não ficará presa.
Fonte: G1 e Globo vídeos
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segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

Família decide sacrificar Príncipe, gato que levou tiro de espingarda em Araraquara (SP)

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Atualização 10/01/2012:

Príncipe, um gato de um ano de idade, sem raça definida, foi sacrificado na tarde de segunda-feira (9) em Araraquara (273 km de São Paulo) após levar um tiro de espingarda, disparado por um vizinho.
Os disparos foram feitos quando o gato invadiu o quintal do vizinho, no domingo (8).
Os tiros atingiram as patas da frente de Príncipe, provocando graves ferimentos do lado direito em uma região onde há muitos vasos sanguíneos e nervos, segundo a veterinária Mariana dos Santos Lima, que prestou socorro.
Segundo ela, não havia chance de recuperação das patas e o mais indicado seria amputar. No entanto, o dono do gato, o eletricista Antônio Carlos dos Santos, 47, optou pela eutanásia do animal. Príncipe foi morto às 17h10.
"Sou assalariado, gastei quase R$ 500 para tratar do gato e teria que desembolsar mais R$ 1.200 para a amputação. Para sacrificar, o custo foi de R$ 80", disse Santos.
Luís Antônio Fernandes, 51, defensor de animais, disse que chegou a entrar em contato com Santos para organizar uma campanha para arrecadar os recursos. "Mas não deu tempo. Deveria ter me prontificado antes", falou Fernandes.
O autor dos disparos, de 71 anos, não teve o nome divulgado. Ele foi preso e liberado após pagar fiança de R$ 650.
De acordo com a polícia, o homem vai responder por maus-tratos e porte ilegal de arma, além de pagar multa de R$ 1.500.

Fonte: Folha

Matéria original: 
Gato atingido por tiro na perna é tratado por veterinária

Um aposentado de Araraquara (273 km de São Paulo) de 71 anos de idade foi preso pela Polícia Militar neste domingo (8) depois de atirar contra o gato do vizinho. Príncipe, um felino amarelo-tigrado de um ano e meio de idade, vai perder uma das patas dianteiras por causa da agressão.
O aposentado foi indiciado pelos crimes de maus-tratos contra animais, porte ilegal e disparo de arma de fogo. Ele gastou R$ 2.150 com pagamento de fiança e multa. O acusado, cujo nome não foi divulgado pela polícia, alegou que o felino sujava o muro e o quintal de sua casa com frequência e que o tiro foi apenas para assustá-lo.
Os miados do gato ferido, caído no quintal do aposentado, chamaram a atenção dos donos, que, à primeira vista, pensaram que o idoso havia dado pauladas em Príncipe. Foi a Polícia Militar que informou que o ferimento havia sido feito por disparo de cartucheira, próximo do bicho, que estava sobre o muro entre as duas casas quando foi atingido.
Além de perder a pata direita dianteira, Príncipe vai precisar receber uma placa de metal na outra pata, que também sofreu fraturas. A má notícia para o gato é que os donos disseram preferir a eutanásia aos gastos com os cuidados veterinários, estimados em R$ 1.200.
“O gato vai ser sacrificado e não se fala mais nisso”, disse o dono de Príncipe, que se identificou ao UOL apenas como Antonio Carlos.
Paulo Henrique de Souza, 35, um dos veterinários do hospital que cuida de Príncipe, falou que não aceita fazer a eutanásia. “O gato pode viver muitos anos ainda. Em até quatro meses ele se adapta à situação sem uma das patas. Dissemos à família que facilitaremos o pagamento.”
Luis Antonio Fernandes, 51, da Dedia (Defesa dos Direitos dos Animais), afirmou que vai tentar convencer os donos de Príncipe a não sacrificá-lo. "A gente faz uma campanha para arrecadar o dinheiro e pagar as despesas veterinárias", disse.
Fernandes declarou que os donos de Príncipe haviam dito ao aposentado que iriam colocar em breve uma cerca elétrica sobre o muro para evitar o trânsito do felino entre as duas casas. “Ele não teve paciência para esperar. É uma pessoa muito rabugenta”, afirma.
Fonte: UOL
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quarta-feira, 4 de janeiro de 2012

Policial quer adotar cão que levou tiro na cabeça em Itajobi, SP

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Atualização 08/01/2012:


Final feliz para o cachorro que foi baleado na cabeça pelo próprio dono na manhã de terça-feira em um sítio em Nova Cardoso, distrito de Itajobi. Outros dois cães também foram baleados e morreram. “Sargento” foi atingido com um tiro de espingarda próximo ao ouvido e está em tratamento em uma clínica veterinária em Itajobi. Ele deverá receber alta entre hoje e amanhã. De lá seguirá direto para o seu novo lar, providenciado pelo soldado que ajudou no resgate. 

“Senti uma afinidade com ele logo que eu o retirei do buraco. Não pensei duas vezes em dizer que eu ficaria com o cachorro”, diz o PM Humberto Filipi dos Reis Pereira, 34 anos. Apaixonado por animais, o policial logo se propôs a adotar animal, caso ele sobrevivesse. O pastor belga está reagindo bem ao tratamento. “Ele já se alimenta sozinho e já consegue se locomover. Agora ele já pode continuar o tratamento com os medicamentos em casa”, explica a veterinária Andréia Cristina Ambrizzi. 

Durante os quatro dias em que esteve internado, “Sargento” recebeu a visita de seu futuro dono diariamente. Assim que ele receber alta médica será levado para uma chácara em Votuporanga. “Nesses primeiros dias em que precisará de cuidados intensos ele ficará sob os cuidados da minha mãe. Depois vou levá-lo para morar na minha casa, em Catanduva”, afirma Pereira. Esse não é o primeiro animal que a família do PM adota. Muito ligada a bichos, a família cuida de mais quatro cachorros, dois deles encontrados abandonados na rua. (Fonte:Jornal Diário da Região)



Fonte: www.regiaonoroeste.com

Matéria original:
Veterinária mostra o furo da bala na cabeça
do cachorro (Foto: Rodrigo Mansil / TV TEM)

O policial militar Humberto Pereira, que atendeu a ocorrência de execução de dois cachorros em uma propriedade rural em Nova Cardoso, distrito de Itajobi, disse que adotará o único animal sobrevivente a um disparo de espingarda. “Vamos aguardar pela recuperação dele. Se tudo correr bem, vou ficar com o cachorro”, informou.
A veterinária Andréia Cristina Ambrizzi conta que o pastor belga ainda corre risco de morrer. “Estou com ele a menos de 24h. Risco de morte existe porque um projétil atingiu o crânio”. A profissional ainda comenta que há possibilidade de perda nos movimentos. “Como a bala afetou o lado direito da cabeça, o cão está com dificuldade para andar. Fica deitado, mas consegue se alimentar”, explica. Ele também recebe medicação e deverá permanecer na clínica pelo menos durante uma semana.
O cão tem cerca de 2 anos de vida e foi encontrado pelo policial depois de ter recebido o tiro. O soldado informou que o dono da chácara estava irritado com as perdas de outros animais que cria no local. “Ele disse que estava trazendo prejuízo para a propriedade”, lembra. Outros dois cães foram sacrificados a tiros pelo mesmo motivo.
O autor dos disparos foi preso em flagrante por posse ilegal de arma. Depois de prestar depoimento, ele pagou fiança dois salários mínimos e responderá em liberdade pelo crime de maus tratos a animais.
Fonte: G1
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terça-feira, 3 de janeiro de 2012

Homem que matou cachorro a facadas em Guarapuava, diz que agiu em legítima defesa

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Terça-feira, 03/01/2012
A história mexeu com os moradores da cidade. O animal se escondeu dos fogos de artifício em uma garagem e foi morto a facadas por um morador na virada do ano. Veja o vídeo abaixo:

Fonte: Globo Vídeos

Relembre o caso:


Cachorro se esconde de fogos de artifício e é morto a facadas no Paraná


Cão se refugiou em bueiro (Foto: Adonei Bonfim)
Um cachorro morreu após ser esfaqueado no último sábado (31), em Guarapuava (PR). Testemunhas contam que ele fugiu de uma residência no meio da tarde, assustado com os fogos de artifício que estouravam na região, e se escondeu na garagem da casa de um homem, que o atacou. De acordo com os relatos, o cachorro não tinha raça definida, era dócil e não reagiu.
Foram pelo menos oito facadas, segundo o funcionário do canil municipal, Aldonei Bonfim, que realizou o resgate do cão ainda com vida após receber ligações de moradores. Ele encontrou o animal em um bueiro a cerca de 100 metros da casa do suposto agressor. “Aonde cortou aparecia o pulmão do cachorro”, contou Bonfim ao G1. Ele afirmou que parte das pernas, a boca e focinho foram os locais mais atingidos.
O cachorro foi levado ao veterinário, anestesiado, mas não resistiu aos ferimentos. “Não aguentou, ele perdeu muito sangue”, disse Bonfim. Ele suspeita que o cachorro tivesse dono, pois estava com uma coleira e era bem tratado, mas ele não foi localizado.
Quando conversou com a reportagem, Bonfim estava na delegacia de polícia para verificar as providências legais que poderiam ser tomadas. Ele disse que a Sociedade Protetora dos Animais de Guarapuava irá acionar o suspeito na Justiça. “A gente quer fazer alguma coisa para punir. Se ele fez com um animal, pode fazer com um ser humano”, protestou.
G1 não localizou o suspeito para comentar o assunto. A denúncia do caso foi feita por uma leitora do G1.
Fonte: G1
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segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

Saldo da queima de fogos: em SC, cadela perde olho e audição. No PR: cachorro assassinado

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Atualização 03/01/2012:


A pit bull Maia, atingida por um rojão no último sábado (31) durante as comemorações de réveillon em Florianópolis (SC), perdeu a visão do olho esquerdo e toda a audição, de acordo com a sua veterinária, Katia Shubac. O acidente aconteceu no bairro de Campeche, na casa da dona de Maia, após amigos do filho da faxineira Silviane Pivato, de 48 anos, terem soltado o artefato em um dos quartos da residência.
"Foi perto da meia-noite. Fui falar com o vizinho, as famílias estavam juntas, e só escutei o 'boom'. Eles ficaram assustados e acabaram jogando o 'foguete' fora, que atingiu o canil dela. Coitada, não tinha nada a ver com a história", explica Silviane. "São jovens, de 19 a 23 anos, que não têm muita noção", justifica.
A cachorra passa bem após cirurgia realizada nesta segunda-feira (2). "Foi realizada uma cirurgia conservativa para tentar manter o olho esquerdo. Se na sexta-feira ele não melhorar nós vamos ter de removê-lo", afirma a veterinária, que atendeu a pit bull na manhã de domingo (1º), em sua residência.
Maia está internada em uma clínica veterinária do bairro de Trindade, e deve receber alta no final de semana. "Ela já está brincando com a bolinha e tudo. Somos pobres, estão nos ajudando muito. A repercussão [do acidente] está brava, querem até apedrejar a casa do meu vizinho, que não tem culpa alguma. Quero mostrar os perigos de soltar um rojão, devia ter licença para comprar um", diz Silviane.
A ONG Amar, de Florianópolis, divulgou o acidente nas redes sociais e pediu doações para custear a internação e a cirurgia de Maia. O valor total foi arrecadado nesta segunda. "Foram R$ 450 arrecadados, agora estamos prestando contas para tudo ser transparente. Eu dou meu atendimento residencial de graça, já a castração da cadela eu paguei do bolso", diz a veterinária.
Fonte: G1

SC: cadela atingida por rojão perde olho e audição de um ouvido

Maya foi atingida por um foguete de 12 tiros momentos após a virada do ano
Uma cachorra da raça pitbull virou alvo de rojões na virada do ano em Florianópolis e perdeu o olho esquerdo e a audição do ouvido direito. O ato de crueldade ocorreu no Campeche, bairro da região sul da cidade, e virou motivo de inúmeros protestos pela internet.
De acordo com a proprietária do cão, Silviane Pivatti, os próprios vizinhos teriam jogado um rojão dentro do canil do animal. Ao ver o artefato, a cadela Maya, de dois anos, se aproximou para cheirar e acabou atingida por um foguete de 12 tiros momentos após a virada do ano.
"Ela colocou a pata no foguete e abaixou. Aí tudo explodiu no focinho dela", disse. "Os vizinhos disseram que foi um acidente, mas passei o Réveillon chorando com a minha cachorra ensanguentada".
Na tarde desta segunda-feira, Maya foi submetida a exames e cirurgia para retirada do olho esquerdo, que acabou queimado pelo explosivo. Dócil, o animal foi medicado com morfina desde a madrugada do primeiro dia do ano. Silviane, que cuida de Maya desde os 45 dias de idade, chegou a realizar um boletim de ocorrência contra os vizinhos.
"Passamos a madrugada chorando com a cachorra em meio a tanto sangue. Ela é tão dócil, não acredito que puderam fazer isso", afirmou. "Quero acreditar que se tratou de um acidente. Mas rojão e bebidas alcoólicas não combinam".
A veterinária Kátia Chubachi, que atendeu Maya, disse nunca ter visto caso semelhante em anos de atividade. "Isso foi de uma crueldade sem tamanho. O rojão é uma arma, que já chegou a ser proibido em países como a Itália", disse.
O caso ganhou repercussão pelas redes sociais desde as primeiras horas de 2012. Os supostos autores do disparo não foram localizados.
Fonte: www.jb.com.br

Cachorro se esconde de fogos de artifício e é morto a facadas no Paraná


Cão se refugiou em bueiro (Foto: Adonei Bonfim)
Um cachorro morreu após ser esfaqueado no último sábado (31), em Guarapuava (PR). Testemunhas contam que ele fugiu de uma residência no meio da tarde, assustado com os fogos de artifício que estouravam na região, e se escondeu na garagem da casa de um homem, que o atacou. De acordo com os relatos, o cachorro não tinha raça definida, era dócil e não reagiu.
Foram pelo menos oito facadas, segundo o funcionário do canil municipal, Aldonei Bonfim, que realizou o resgate do cão ainda com vida após receber ligações de moradores. Ele encontrou o animal em um bueiro a cerca de 100 metros da casa do suposto agressor. “Aonde cortou aparecia o pulmão do cachorro”, contou Bonfim ao G1. Ele afirmou que parte das pernas, a boca e focinho foram os locais mais atingidos.
O cachorro foi levado ao veterinário, anestesiado, mas não resistiu aos ferimentos. “Não aguentou, ele perdeu muito sangue”, disse Bonfim. Ele suspeita que o cachorro tivesse dono, pois estava com uma coleira e era bem tratado, mas ele não foi localizado.
Quando conversou com a reportagem, Bonfim estava na delegacia de polícia para verificar as providências legais que poderiam ser tomadas. Ele disse que a Sociedade Protetora dos Animais de Guarapuava irá acionar o suspeito na Justiça. “A gente quer fazer alguma coisa para punir. Se ele fez com um animal, pode fazer com um ser humano”, protestou.
G1 não localizou o suspeito para comentar o assunto. A denúncia do caso foi feita por uma leitora do G1.
Fonte: G1


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